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domingo, 18 de dezembro de 2011

Cresce o filão da música religiosa no mercado fonográfico

Um dos principais motivos é o selo: "Pirataria é crime e pecado"
Se existe crise no mercado fonográfico, ela não atinge os lançamentos religiosos. CDs e DVDs católicos e evangélicos têm vendido muito num mercado agonizante. Os bons números de vendas se mostraram tão expressivos que algumas gravadoras entraram na disputa pelos títulos e estão colhendo os louros. Um bom exemplo é o novo CD do Padre Fábio de Mello, No meu interior tem Deus (Sony Music), lançado este mês. O disco vendeu 160 mil cópias em uma semana. O dobro do número de vendas do CD Amor de alma, da poderosa dupla Victor & Léo, que está há um mês no mercado. O padre Marcelo Rossi é outro bom exemplo: vendeu mais de 10 milhões de CDs em sua carreira.

A coleção Promessas, com 4 CDs repletos de hits da música gospel, vendeu mais de 480 mil cópias. Mais do que o último álbum de Luan Santana, por exemplo, que vendeu pouco mais de 320 mil. Promessas resultou em outro fenômeno também, o primeiro festival gospel produzido pela TV Globo, que será transmitido hoje, às 13h. A superprodução reuniu Davi Sacer, Fernanda Brum, Diante do Trono, Damares, Ludmila Ferber e Regis Danese, entre outros. Da TV saiu o pequeno Jotta A, de apenas 12 anos, apontado como a nova aposta gospel para o ano que vem. O garoto foi revelado no programa do Raul Gil e será lançado em 2012 com uma tiragem de 500 mil exemplares, número similar ao de Paula Fernandes.

O sucesso de vendas pode ter relação com a mensagem “Pirataria é crime e pecado”, que está no encarte de títulos como Rastros de amor, de Asaph Borba, e Primeiro amor, de Carlinho Felix. Fernanda Brum defende a ideia. “Nosso público é muito fiel e entende que pirataria é pecado, é crime. Essa nossa pregação é muito clara”, disse Brum em entrevista.

Qualidade
Yvelise de Oliveira, presidente da MK Music, principal gravadora gospel do país, disse recentemente que a atenção de gravadoras como a Som Livre e a Sony Music ao gênero se deu principalmente pela questão da pirataria. Segundo Yvelise o mercado gospel é atingindo somente em 15% por produtos piratas, enquanto artistas seculares (não evangélicos) sofrem 60%.

“Acredito que esse crescimento se dá porque as pessoas estão reconhecendo a nossa qualidade musical e como ela faz bem para a alma e para o espírito. O mundo está sofrendo muito e a música traz restauração, paz, cura e libertação”, diz Regis Danese, ídolo gospel que já vendeu mais de 2 milhões de álbuns.

O padre Fábio de Melo também credita o crescimento nas vendas a um novo momento na sociedade. “As pessoas estão mais carentes e revendo valores. As música provoca essa reflexão. Também acho que estão valorizando mais a qualidade do trabalho. Ninguém compra para fazer caridade. Compra porque está bom e faz bem à pessoa”, pontua.

ALINE BARROS
Aline Barros vira e mexe está em programas de auditório, como o da Xuxa, de Raul Gil e da Hebe Camargo. Carioca formada em biologia marinha, canta desde os 2 anos e já gravou até em espanhol. Aline foi a primeira cantora gospel brasileira a ganhar o Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Música Cristã, com o disco Fruto de amor, lançado pela AB Records (sua própria gravadora). São 27 CDs (três em espanhol), com os quais ela vendeu mais de 7 milhões de cópias. Muitos a consideram “a Ivete Sangalo do meio gospel”.

DIANTE DO TRONO
O Ministério de Louvor Diante do Trono gravou o seu primeiro CD em 1998. De lá para cá foram 28 álbuns lançados (sendo 8 infantis), 7 milhões de cópias vendidas e shows em todo o país. Liderado por Ana Paula Valadão, o grupo é um sucesso que chegou a países como Israel, Rússia, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos. Na gravação do último trabalho, Sol da justiça, o Diante do Trono reuniu um público de 120 mil pessoas em Natal. Neste fim de semana eles estão em alto-mar em um cruzeiro gospel que leva o nome do grupo e percorrerá Santos, Ilha Bela e Angra dos Reis.

LUDMILA FERBER
A pastora Ludmila Ferber é uma figura forte. Quando canta, impõe muita emoção na voz e nos gestos. Com 17 anos de carreira e 15 CDs, Ludmila inclui no currículo uma indicação ao Grammy Latino em 2005 com o álbum Ouço Deus me chamar, terceiro volume da série Para orar e adorar. Ela foi indicada na categoria de Melhor Álbum de Música Cristã.

REGIS DANESE
Mineiro, Regis Danese é dono do megassucesso Faz um milagre em mim. Quando lançado, em 2008, tocava não somente em rádios de música religiosa, como também em festas e shows grandes como a Exposição Agropecuária da Granja do Torto, em Brasília. Com seis CDs na carreira, Regis já vendeu mais de 2 milhões de álbuns. No início da trajetória musical compôs para os sertanejos Daniel, Leandro & Leonardo e foi integrante do grupo Só Pra Contrariar.

PADRE ANTÔNIO MARIA
Quando criança, o padre Antônio Maria juntou todas as economias que tinha para comprar uma imagem de Santo Antônio. O religioso frequentava os auditórios da Rádio Nacional para ver de perto os cantores. Daí surgiu a paixão pela música. No total são 15 CDs e a agenda de shows é disputada. Um vídeo da música Ninguém te ama como eu, um dos seus principais sucessos, tem mais de 600 mil visualizações no YouTube.

PADRE FÁBIO DE MELO
Ele costuma dizer que não consegue se imaginar sem a música na sua vida. Mineiro de Formiga, o padre Fábio de Melo cantava música de Gonzaguinha e Chico Buarque para apoiar as pregações em suas missas. No total lançou 16 CDs e 10 livros, com mais de 2 milhões de obras vendidas. O último lançamento, No meu interior tem Deus, é um álbum dedicado à música sertaneja.

O ROSA DE SARON
É um dos ícones da chamada Renovação Carismática da Igreja Católica. O grupo de rock formado por Guilherme de Sá (voz), Eduardo Faro (guitarra), Rogério Feltrin (baixo) e Grevão (bateria) é natural de Campinas. Com 20 anos de carreira e nove discos gravados, o Rosa de Saron foi indicado ao Grammy Latino em dois anos seguidos (2010 e 2011). A comunidade da banda no Orkut tem mais de 180 mil membros e a missão deles é “fazer rock com qualidade levando uma mensagem cristã de fé, esperança e amor.”

PADRE ZEZINHO
“Não sou padre porque canto, canto porque sou padre”, destaca padre Zezinho. Criado em Taubaté (SP), está envolvido com o catolicismo há 45 anos e acumula as funções de sacerdote, professor, compositor e orientador de jovens artistas cristãos. O padre já ultrapassou a marca de um milhão de álbuns vendidos e concorreu ao Grammy Latino 2011, na categoria Melhor Álbum de Música Cristã. Um dos seus grandes sucessos é Oração pela família.

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