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domingo, 30 de janeiro de 2022

Evangelho do Dia

Evangelho  Cotidiano

"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68 

4º Domingo do Tempo Comum

Anúncio do Evangelho (Lc 4,21-30)

O Senhor esteja convosco.

Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas,

Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, estando Jesus na sinagoga, começou a dizer: 21“Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”.

22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?”

23Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”.

24E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria.

25De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.

27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”.

28Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

 — Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

MEDITANDO O EVANGELHO

«Nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra»

+ P. Pere SUÑER i Puig SJ (Barcelona, Espanha)

Hoje, neste quarto domingo do Tempo Comum, a liturgia continua a apresentar-nos Jesus a falar na sinagoga de Nazaré. Prossegue na continuação do Evangelho do passado Domingo, no qual Jesus lia na sinagoga a profecia de Isaías: «O Espírito do Senhor está sobre mim, pois ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres: enviou-me para proclamar a libertação aos presos e, aos cegos, a recuperação da vista; para dar liberdade aos oprimidos (...)» (Lc 4,18-19). Jesus, ao acabar a leitura, afirma sem rodeios que esta profecia se cumpre n’Ele.

O Evangelho comenta que os de Nazaré estranhavam que dos seus lábios saíssem aquelas palavras de graça. O facto de que Jesus fosse bem conhecido dos nazarenos, já que tinha sido seu vizinho durante a infância e juventude, não facilitava a sua predisposição para aceitarem que era um profeta. Lembremos a frase de Natanael: «De Nazaré pode sair algo de bom?» (Jo 1,46). Jesus censura a sua incredulidade, lembrando que: «Em verdade, vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra» (Lc 4,24). E cita-lhes o exemplo de Elias e de Eliseu, que fizeram milagres para os forasteiros, mas não para os seus concidadãos.

Mas a reacção dos nazarenos foi violenta. Queriam atirá-lo para um precipício. Quantas vezes pensamos que Deus tem que realizar as suas acções salvadoras adaptando-se aos nossos grandiloquentes critérios! Ofende-nos que se sirva do que nós consideramos pouca coisa. Gostaríamos de ter um Deus espectacular. Mas isso é próprio do tentador, no pináculo: «Se és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo» (Lc 4,9). Jesus Cristo revelou-se como um Deus humilde: o Filho do homem «não veio para ser servido, mas para servir» (Mc 10,45). Imitemo-Lo. Para salvar as almas, não é necessário ser grande como São Xavier. A humilde Teresa do Menino Jesus é sua companheira, como padroeira das missões.+ P. Pere SUÑER i Puig SJ (Barcelona, Espanha)

Pensamentos para o Evangelho de hoje

  • «Assim, toda alma, privada da virtude e do conhecimento de Deus, ao receber a palavra divina, aprende a alimentar a palavra com o pão das virtudes e a regar a ciência da virtude com a fonte da vida» (S. Basílio Magno)

  • «Coragem, Deus está sempre a te abençoar, pois caminha contigo. Precisamente pelo dom do Espírito, Jesus fará com que os fiéis participem da sua comunhão filial e da sua intimidade com o Pai» (São João Paulo II)

  • «No Antigo Testamento, os profetas anunciaram que o Espírito do Senhor repousaria sobre o Messias esperado (cf. Is 11,2), em vista da sua missão salvífica. A descida do Espírito Santo sobre Jesus, quando do seu batismo (…) foi o sinal de que era Ele o que havia de vir, de que era o Messias, o Filho de Deus» (Catecismo da Igreja Católica, nº 1.286)

 

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Evangelho do Dia

Evangelho Cotidiano

Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68

4º Domingo do Tempo Comum 

Anúncio do Evangelho (Lc 4,21-30)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, estando Jesus na sinagoga, começou a dizer:“Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”.
Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?”
Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”.

E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria.
De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.
E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”.

Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.