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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Igreja contrata vigilantes para dar segurança aos fiéis em Bauru (SP)

Olhos atentos enquanto os frequentadores do Santuário Nossa Senhora Aparecida, em Bauru (329 km de São Paulo), fazem as orações durante as missas ou mesmo fora dos horários das celebrações. Boa parte dos fiéis nem chega a notar a presença dos seguranças contratados pelo pároco Júlio César Machado para oferecer tranquilidade para quem frequenta o santuário.
Ailton Alves Bispo (à esq.), segurança contratado pela Santuário Nossa Senhora Aparecida, em Bauru (SP), para proteger os fiéis
De acordo o padre, a violência não deu alternativa. "A contratação visa dar tranquilidade nas orações. Queremos que o fiel se sente no banco da igreja sem se preocupar em olhar para trás ou para sua bolsa ou carteira ou pior, fique sendo importunado", afirma. O pároco conta que outras igrejas da cidade também estão seguindo o mesmo caminho. "É uma tentativa para evitar o afastamento dos devotos, somos motivados pela reclamação dos próprios fiéis quanto à violência e insegurança após o crescimento da mendicância no entorno da igreja", afirma.

Grande parte dos frequentadores do santuário são de idosas que se tornam alvos fáceis principalmente quando a igreja está aberta, mas não se está havendo celebração. Maria Fávero Gama, 72 anos, conta que frequenta a paróquia há 30 anos e aprovou a contratação dos vigilantes. "Não tem como não aprovar porque a presença deles dá mais segurança para uma visita e uma oração solitária durante o dia", diz.

"Não impedimos ninguém de entrar, os vigilantes estão aí para evitar situações constrangedoras e não para impedir seja quem for de entrar na casa de Deus", diz o pároco.
O investimento, segundo ele, foi aprovado pelos fiéis e pelo Conselho de Leigos da paróquia. Os profissionais são funcionários de uma empresa de segurança da cidade e prestam serviço para a paróquia. "Já trabalhei fazendo segurança em diversos lugares, mas nunca numa igreja. Quando fui convocado achei diferente, mas já me acostumei à rotina", afirma Ailton Alves Bispo, um dos dois seguranças contratados. Padre Júlio prefere não citar valores, mas afirma que as despesas são custeadas pelas doações dos fiéis.

Serviço eficiente
O padre Júlio Machado afirma que a presença dos seguranças no local, inclusive, já evitou um roubo a uma fiel. Na ocasião um homem armado com um simulacro (revólver de brinquedo) teria entrado no local e ameaçado uma mulher na tentativa de levar um relógio, mas acabou detido por um dos seguranças contratados.

Os dois profissionais de segurança trabalham em esquema de revezamento: 12 horas de trabalho por 36 de descanso, todos os dias da semana. Dessa forma a segurança é realizada em tempo integral, ou seja, desde o momento em que a igreja abre as portas ao público, às 9h, até o final da última missa, às 21h.

domingo, 8 de agosto de 2010

Evangelho do dia

19º Domingo do Tempo Comum

Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna. João 6, 68

Evangelho segundo S. Lucas 12,32-48


« Não temais, pequenino rebanho, porque aprouve ao vosso Pai dar-vos o Reino.» «Vendei os vossos bens e dai os de esmola. Arranjai bolsas que não envelheçam, um tesouro inesgotável no Céu, onde o ladrão não chega e a traça não rói. Porque, onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.» «Estejam apertados os vossos cintos e acesas as vossas lâmpadas. Sede semelhantes aos homens que esperam o seu senhor ao voltar da boda, para lhe abrirem a porta quando ele chegar e bater. Felizes aqueles servos a quem o senhor, quando vier, encontrar vigilantes! Em verdade vos digo: Vai cingir-se, mandará que se ponham à mesa e há-de servi-los. E, se vier pela meia-noite ou de madrugada, e assim os encontrar, felizes serão eles. Ficai a sabê-lo bem: se o dono da casa soubesse a que hora viria o ladrão, não teria deixado arrombar a sua casa. Estai preparados, vós também, porque o Filho do Homem chegará na hora em que menos pensais.» Pedro disse-lhe: «Senhor, é para nós que dizes essa parábola, ou é para todos igualmente?» O Senhor respondeu: «Quem será, pois, o administrador fiel e prudente a quem o senhor pôs à frente do seu pessoal para lhe dar, a seu tempo, a ração de trigo? Feliz o servo a quem o senhor, quando vier, encontrar procedendo assim. Em verdade vos digo que o porá à frente de todos os seus bens. Mas, se aquele administrador disser consigo mesmo: 'O meu senhor tarda em vir' e começar a espancar servos e servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo chegará no dia em que ele menos espera e a uma hora que ele não sabe; então, pô-lo-á de parte, fazendo o partilhar da sorte dos infiéis. O servo que, conhecendo a vontade do seu senhor, não se preparou e não agiu conforme os seus desejos, será castigado com muitos açoites. Aquele, porém, que, sem a conhecer, fez coisas dignas de açoites, apenas receberá alguns. A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito será pedido.»

Comentário ao Evangelho do dia feito por : São Cipriano

«Estai preparados»
Era no nosso tempo que o Senhor estava a pensar quando disse: «Quando o Filho do Homem voltar, encontrará a fé sobre a terra?» (Lc 18, 8). Vemos realizar-se esta profecia. Já não acreditamos no temor de Deus, nem na lei da justiça, nem na caridade, nem nas boas obras. [...] Tudo aquilo que a nossa consciência temia, porque acreditava, deixou de temer, porque já não crê. Porque, se cresse, estaria vigilante; e, estando vigilante, salvar-se-ia.

Despertemos pois, meus irmãos muito queridos, tanto quanto formos capazes. Sacudamos o sono da nossa inércia. Velemos de forma a observar e a praticar os preceitos do Senhor. Sejamos como Ele nos recomendou que fossemos quando disse: «Estejam apertados os vossos cintos e acesas as vossas lâmpadas. Sede semelhantes aos homens que esperam o seu senhor ao voltar da boda, para lhe abrirem a porta quando ele chegar e bater. Felizes aqueles servos a quem o senhor, quando vier, encontrar vigilantes!».

Sim, permaneçamos vigilantes, com receio de que venha o dia da nossa partida e nos encontre tolhidos e empedernidos. Que a nossa luz brilhe e irradie em boas obras, que ela nos encaminhe da noite deste mundo para a luz e para a caridade eternas. Aguardemos com zelo e prudência a chegada súbita do Senhor, a fim de que, quando Ele bater à porta, a nossa fé esteja desperta para d'Ele receber a recompensa pela nossa vigilância. Se observarmos estas ordens, se retivermos estes conselhos e estes preceitos, as manhas enganosas do Acusador não conseguirão atingir-nos durante o sono. Mas, reconhecidos como servos vigilantes, reinaremos com Cristo triunfador.