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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Santo do dia - 15 de junho

Bem-aventurada Albertina Berkenbrock
A primeira mártir brasileira nasceu em Santa Catarina em 11 de abril de 1919.

Desde cedo despontava na vida de oração, no amor à família e ao próximo. Se unia ao crucificado por meio de penitências. Jovem, mas centrada no mistério da Eucaristia, tinha vida sacramental, penitencial e de oração.

Albertina cuidava do rebanho de seu pai que deu a seguinte ordem: ela devia procurar um boi que se extraviou. No caminho, encontrou um homem de apelido 'Maneco Palhoça', que trabalhava para a família. Ela perguntou a ele se sabia onde estaria o boi perdido. Ele indicou um lugar distante, e a surpreendeu lá, tentando estuprá-la, porém, não teve o êxito.

A jovem resistiu, pois não queria pecar. Por não conseguir nada, ele pegou-a pelo cabelo, jogou-a ao chão e cortou seu pescoço, matando-a imediatamente.

Maneco acusou outra pessoa, que foi presa imediatamente. Ele fingia que velava a menina, e ao se aproximar do corpo, o corte vertia sangue. Ele fugiu, mas foi preso e confessou o crime. Maneco deixou claro que ela não cedeu porque não queria pecar.

Tudo isso aconteceu em 15 de junho de 1931. Por causa da castidade, Albertina não cedeu.

Bem-aventurada Albertina Berkenbrock, rogai por nós!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

3 de fevereiro - Santo do dia


São Brás

O santo de hoje nasceu na cidade de Sebaste, Armênia, no final do século III. São Brás, primeiramente, foi médico, mas entrou numa crise, não profissional, pois era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade. Mas nenhuma profissão, por melhor que seja, consegue ocupar aquele lugar que é somente de Deus. Então, providencialmente, porque ele ia se abrindo e buscando a Deus, foi evangelizado. Não se sabe se já era batizado ou pediu a graça do Santo Batismo, mas a sua vida sofreu uma guinada. Esta mudança não foi somente no âmbito da religião, sua busca por Nosso Senhor Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional e muitas pessoas começaram a ser evangelizadas através da busca de santidade daquele médico.

Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava retirar-se. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele encontrou em Cristo e na Igreja. Mas, na verdade, o Senhor o estava preparando, porque, ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo; não por gosto dele, mas por obediência.

Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois ele cuidava da pessoa na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.

São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar o imperador, sabia da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que São Brás fez de sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.

São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Mas por amor a Cristo e à Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.

Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.

Peçamos a intercessão do santo de hoje para que a nossa mente, a nossa garganta, o nosso coração, nossa vocação e a nossa profissão possam comunicar esse Deus que é amor.

São Brás, rogai por nós!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Algumas diferenças entre o Catolicismo e o Protestantismo - Parte III

Premissas Básicas – Diferenças entre o Catolicismo e o Protestantismo

continuação...

Será que Jesus só começou a cumprir a sua promessa a partir de
1519 e até este ano não havia Igreja?

Respondemos que não. A verdadeira Igreja de Jesus é aquela que vem desde os Apóstolos,
mas que foi dividida pelos homens. Jesus não queria a divisão da sua Igreja, apesar de saber, como Deus, que isto iria acontecer.
Vejamos o que o próprio Jesus nos fala contra a divisão da sua Igreja:
JOA 17, 21-23: “A fim de que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, que
eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviastes, eu lhes dei a glória que me deste para que sejam um como nós somos um: Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e para que o mundo reconheça que me enviaste e os amaste como amaste a mim”.
Vejamos o que mais a Bíblia nos fala a respeito:


EFE 4, 1-6: “Exorto-vos, pois – prisioneiro que sou pela causa do Senhor -, que leveis uma vida
digna da vocação à qual fostes chamados, com toda humildade e amabilidade, com grandeza de alma, suportando-vos mutuamente com caridade. Sêde solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz. Sêde um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos, que atua acima de todos, por todos e em todos”.

2 - A Questão da Fé e Obras para a nossa salvação
Com relação a nossa salvação, basta-nos a fé? Ou temos que ter fé e obras? Para os
protestantes só a fé basta, não precisamos de obras para a nossa salvação.Para os católicos a fé e as obras.
Precisamos sim ter fé, mas as obras são indissociáveis, inseparáveis da fé, isto é, não existe salvação e verdadeira fé sem as obras. Citam os protestantes, para demonstrar seu embasamento doutrinário, várias passagens de São Paulo, entre elas as seguintes:
ROM 10, 9-10.13: “Portanto, se com tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se em teu
coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. É crendo de coração que se obtém a justiça, e é professando com palavras que se chega à salvação. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”;
ATO 16, 29-31: “Então o carcereiro pediu luz e entrou e lançou-se trêmulo aos pés de Paulo e
Silas. Depois os conduziu para fora e perguntou-lhes: ‘Senhores, que devo fazer para me salvar?’- Disseram-lhe: ‘Crê no Senhor Jesus, e serás salvo tu e tua família’ ”;
GAL 2, 16: “Sabemos, contudo, que ninguém se justifica pela prática da Lei, mas somente pela
fé em Jesus Cristo. Também nós cremos em Jesus Cristo, e tiramos assim a nossa justificação da fé em Cristo, e não pela prática da Lei. Pois, pela prática da Lei, nenhum homem será justificado.
Porém, como sempre lembra a nossa Igreja, antes de se interpretar um ponto doutrinário
bíblico:
II TIM 3, 16-17: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, para repreender,
para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra”.

E, se toda a Bíblia é inspirada por Deus, nela não existe erro de ensinamento doutrinário,
nem contradições. Portanto vejamos outras passagens bíblicas que tratam da Fé e Obras:
I COR 13, 1.2.8.13: “Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver
caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade não sou nada. A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará. Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade – as três. Porém a maior delas é a caridade”;

MAT 25, 31-46: “Quando o filho do homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele.
Sentar-se-á no seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão diante dele, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Colocará as ovelhas a sua direita, e os cabritos a sua esquerda. Então, o Rei dirá aos que estão a direita: ‘Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfêrmo e me visitastes;estava na prisão e viestes a mim’. Perguntar-lhe-ão os justos: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos peregrino, e te acolhemos; nu e te vestimos? Quando foi que te vimos enfêrmo ou na prisão, e te fomos visitar?’.
Responderá o Rei: ‘Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um
destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes’. Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: ‘Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos. Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; era peregrino e não me acolhestes; nu, e não me vestistes; enfêrmo e na prisão, e não me visitastes’.
Também estes lhe perguntarão: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede,
peregrino, ou nu, ou enfêrmo, ou na prisão, e não te socorremos?’ E ele responderá: ‘Em verdade
eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isto a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.’ E estes irão para o castigo eterno, e os justos para a vida eterna”;

continua...