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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Odetinha, Primeira Santa Carioca


Estado de conservação de restos mortais de Odetinha surpreende Igreja

 

Exumação encontrou grande quantidade de moedas jogadas em sepultura da menina desde a década de 30

Um tesouro da fé que só aumentou com o tempo. Na exumação do corpo da candidata a santa Odetinha, para o processo de beatificação, autoridades da Igreja Católica encontraram verdadeira relíquia: dezenas de moedas, jogadas por fiéis numa fresta do túmulo desde a década de 1930. Foram recuperados ainda 60% da parte óssea de Odette Vidal de Oliveira, que morreu aos 9 anos, em 1939, vítima de meningite. O estado de conservação dos restos mortais de Odetinha causou surpresa aos membros da Igreja. “Encontramos moedas de diferentes épocas, até dos dias atuais. É um gesto antigo, que demonstra a relação de veneração e santidade”, explicou o vigário episcopal Dom Roberto Lopes.

  Autoridades da Igreja dão início ao processo de beatificação de Odetinha | Foto: Fábio Gonçalves / Agência O Dia
Segundo ele, que está à frente do processo de Odetinha, o próximo passo para a canonização será a elaboração de 100 perguntas que serão feitas para pessoas que conheceram a menina. O intuito é confirmar se ela tinha as chamadas 11 virtudes necessárias: fé, esperança, caridade, prudência, justiça, fortaleza, temperança, pobreza, castidade, obediência e humildade.

Na continuidade do processo, deverão ser comprovados os milagres que Odetinha teria realizado. “Pedimos ao povo carioca que se manifeste. Se houve algum pedido de milagre que foi atendido por Odetinha, que nos procurem”, pediu Dom Roberto. Uma idosa de 95 anos, que afirma ter sido babá de Odetinha, foi localizada e vai conceder informações sobre a menina. Única parente viva da criança, a viúva de um irmão adotivo também foi chamada.

Primeira Santa Carioca
Odette Vidal de Oliveira, a Odetinha, que morreu em 1939,  vítima de meningite quando tinha 9 anos, seria a primeira santa carioca, já que a menina nasceu em Madureira e foi criada em Botafogo. Cultuada por uma legião de seguidores, Odetinha é um dos túmulos mais visitados no Cemitério São João Batista, em Botafogo, só perdendo para o mausoléu de Carmem Miranda. 

 

Igreja cria museu para contar a vida de Odetinha

Menina carioca que morreu aos 9 anos pode se tornar santa

A igreja vai criar a Associação Cultural Católica Odetinha, a fim de manter acervo sobre a história de vida da primeira candidata à santa carioca, Odette Vidal de Oliveira. Além de um museu, a instituição ficará encarregada de centralizar relatos sobre possíveis milagres feitos pela menina, falecida em 1939, aos 9 anos. A sede deve ficar na Basílica da Imaculada Conceição, em Botafogo, onde a menina fez primeira comunhão e terá os restos mortais sepultados.

 

Uma das iniciativas da associação será remontar o túmulo de Odetinha para visitação no museu a ser criado. O corpo foi exumado na semana passada, no Cemitério São João Batista, em Botafogo, numa cerimônia fechada e que teve a presença de representantes do Vaticano, conforme O DIA mostrou ontem.


Os restos mortais serão depositados, no domingo, num túmulo que está sendo construído na basílica. Ontem, devotos de Odetinha procuravam a igreja para fazer orações. Um dos mais emocionados era o administrador de empresas Sidney Timbó, 47. Ele pediu aos pedreiros que colocassem junto ao cimento e aos tijolos uma folha de papel com sete pedidos para Odetinha. "Acredito que minhas graças serão alcançadas. Quando vi a obra na igreja, não pensei duas vezes. Corri e fiz as anotações direcionadas para ela. Agora, os pedidos estão para sempre no túmulo de Odetinha”, contou Sidney.

Fonte: Jornal O Dia

sábado, 25 de junho de 2011

25 de junho - Santo do dia

São Guilherme de Vercelli
Guilherme nasceu em Vercelli, no ano de 1085, de uma rica família da nobreza francesa. Aos quinze anos, já vestia o hábito de monge e era um fervoroso peregrino. Percorreu toda a Europa visitando os santuários mais famosos e sagrados, pretendendo tornar-se um simples monge peregrino na Terra Santa. Foi dissuadido ao visitar, na Itália, João de Matera, hoje santo, que lhe disse, profeticamente, que Deus não desejava apenas isso dele. Contribuiu também, para sua desistência, o fato de ter sido assaltado por ladrões de estrada, que lhe aplicaram uma violenta surra.

O incidente acabou levando-o a procurar a solidão na região próxima de Avellino, na montanha de Montevergine. Era uma terra habitada apenas por animais selvagens, onde, segundo a tradição, um lobo teria matado o burro que lhe servia de transporte. Guilherme, então, teria domesticado toda a matilha, que passou a prestar-lhe todo tipo de auxílio.

Vivia como eremita, dedicando-se à oração e à penitência, mas isso durou pouco tempo. Logo começou a ser procurado por outros eremitas, religiosos e fiéis. Acabou fundando, em 1128, um mosteiro masculino, o qual colocou sob as regras beneditinas e dedicou a Maria, ficando conhecido como o Mosteiro de Montevergine.

Dele Guilherme se tornou o abade, todavia por pouco tempo, pois transmitiu o cargo para um monge sucessor e continuou peregrinando. Entretanto tal procedimento se tornou a rotina de sua vida monástica. Guilherme acabou fundando um outro mosteiro beneditino, dedicado a Maria, em Monte Cognato. Mais uma vez se encontrou na posição de abade e novamente transmitiu o posto ao monge que elegeu para ser seu sucessor.

Desejando imensamente a solidão, foi para a planície de Goleto, não muito distante dali, onde, por um ano inteiro, viveu dentro do buraco de uma árvore gigantesca. E eis que tornou a ser descoberto e mais outra comunidade se formou ao seu redor. Dessa vez teve de fundar um mosteiro "duplo", ou seja, masculino e feminino. Contudo criou duas unidades distintas, cada uma com sua sede e igreja própria.

E foi assim que muitíssimos mosteiros nasceram em Irpínia e em Puglia, como revelou a sua biografia datada do século XII. Desse modo, ele, que desejava apenas ser um monge peregrino na Terra Santa, fundou a Congregação Beneditina de Montevergine, que floresceu por muitos séculos. Somente em 1879 ela se fundiu à Congregação de Montecassino.

Guilherme morreu no dia 25 de junho de 1142, no mosteiro de Goleto. Teve os restos mortais transferidos, em 1807, para o santuário do Mosteiro de Maria de Montevergine, o primeiro que ele fundara, hoje um dos mais belos santuários marianos existentes. Em 1942, o papa Pio XII canonizou-o e declarou são Guilherme de Vercelli Padroeiro principal da Irpínia.

São Guilherme de Vercelli, rogai por nós!