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terça-feira, 2 de janeiro de 2024

A perseguição extrema de cristãos na Nigéria, um grito silenciado por liberdade religiosa

Crônicas de um Estado laico

Intolerância religiosa

Decoração de Natal na cidade nigeriana de Ibadan, uma semana antes dos ataques islâmicos contra cristãos no Natal.

Decoração de Natal na cidade nigeriana de Ibadan, uma semana antes dos ataques islâmicos contra cristãos no Natal.| Foto: Samuel Alabi/EFE/EPA

Há uma crença equivocada segundo a qual apenas minorias podem ser alvo de perseguição, uma lógica que desconsidera a perseguição religiosa, especialmente contra cristãos, um povo pacífico por sua própria teologia. Além da perseguição educada que atinge os cristãos, como o cancelamento e a mordaça, tão presentes atualmente no Brasil e denunciadas nesta coluna, ocorrem também lamentáveis episódios de perseguição extrema em diversas partes do mundo, destacando-se o caso da Nigéria.

A perseguição religiosa extrema na Nigéria tem crescido ano após ano, enquanto entidades internacionais permanecem indiferentes e o mainstream faz questão de esconder tudo. 
Com uma população de pouco mais de 200 milhões – semelhante, portanto, à do Brasil – dos quais 100,5 milhões são cristãos, a Nigéria subiu da nona para a sexta posição na lista dos 50 países onde os cristãos enfrentam maior perseguição nos últimos dois anos, de acordo com os dados fornecidos pelo Portas Abertas.
No mais recente capítulo dessa tragédia, ocorrido durante as celebrações natalinas entre os dias 23 e 25 de dezembro, grupos islâmicos atacaram pelo menos 20 aldeias cristãs no estado de Plateau. 
Enquanto o mundo celebrava o nascimento de Jesus Cristo, nossos irmãos nigerianos foram brutalmente massacrados por causa de sua fé. Segundo relatório da ONG nigeriana Intersociety, mais de 40 mil cristãos foram mortos nos últimos anos por causa de sua fé, enquanto 18,5 mil cristãos desapareceram permanentemente. 
Além disso, 17,5 mil igrejas foram atacadas e 2 mil escolas cristãs foram destruídas. 
Nesse contexto, 6 milhões de cristãos foram forçados a fugir do país, e 4 milhões são deslocados internos.


    A perseguição religiosa extrema de islâmicos contra cristãos na Nigéria tem crescido ano após ano, enquanto entidades internacionais permanecem indiferentes e o mainstream faz questão de esconder tudo

Na situação ocorrida neste Natal, os relatos de cristãos residentes na Nigéria revelam que os ataques resultaram na morte de 160 pessoas e deixaram mais de 300 feridos, muitos dos quais foram encaminhados para tratamento em hospitais. 
Entre as vítimas, predominam mulheres, crianças e idosos, grupos vulneráveis que enfrentam maiores dificuldades para escapar desses ataques brutais. 
A organização Portas Abertas aponta que a perseguição extrema enfrentada pelos cristãos na Nigéria está relacionada a uma agenda organizada de islamização forçada, que tem se intensificado ao longo dos anos. Desde a adoção da sharia, em 1999, essa islamização, utilizando meios tanto violentos quanto não violentos, agravou-se, com ataques de grupos militantes islâmicos aumentando desde 2015. 
Boko Haram e ISWAP são alguns dos grupos liderando essas ações violentas, resultando em mortes, danos físicos, sequestros e violência sexual, impactando principalmente os cristãos. 
Nos estados onde a sharia foi implementada, os cristãos enfrentam discriminação e exclusão, enquanto os convertidos enfrentam rejeição familiar e pressões para abandonar o cristianismo, muitas vezes acompanhadas de violência física.
 
O contexto à luz dos direitos humanos universais
Neste contexto, é imperativo recordar os princípios fundamentais da Declaração Universal dos Direitos Humanos. 
A perseguição religiosa, tanto extremada quanto educada, viola diretamente o artigo 18, que proclama o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião.  
No mesmo artigo, o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos garante o direito de ter, manter e mudar de crença, bem como de exercê-la, enquanto o artigo 12 da Convenção Interamericana de Direitos Humanos traz a mesma garantia.
Em nossa obra Liberdade Religiosa: 
- fundamentos teóricos para proteção e exercício da crença, defendemos que a liberdade religiosa ordena e estrutura o próprio sistema político em que se encontra: 
1. garantindo o pluralismo de ideias emanado de um ecossistema variado de crenças, fundamento de qualquer democracia plural e inclusiva; 
2. é um princípio de organização social e de configuração política, porque contém uma ideia de Estado oriunda da cosmovisão e dos sistemas de valores das confissões religiosas; 
3. potencializa o exercício e o gozo dos direitos civis e políticos. A pessoa religiosa que possui os âmbitos de sua crença e o exercício protegidos exerce os direitos civis e políticos com a tranquilidade de que aquilo que é mais sagrado não será tolhido nem violado pelo Estado; e 
4. é a pedra nodal do sistema de liberdades, visto que, se o ser humano tem negado pelo Estado seu direito mais íntimo de crer e de exercer sua crença, todas as outras liberdades serão prejudicadas, seja diretamente pelo Estado, seja pela aniquilação da autonomia da vontade da pessoa religiosa de exercê-los.

Assim, a defesa da liberdade religiosa é um dos pilares fundamentais para quem pretende proteger a dignidade e os direitos humanos. A liberdade religiosa é a base para a construção de sociedades pluralistas e inclusivas, onde a diversidade de crenças não é apenas tolerada, mas valorizada como um componente enriquecedor do tecido social.

Situações como a vivenciada pelos nigerianos devem ser enfrentadas pelas Nações Unidas e por todas as entidades que atuam com direitos humanos, e devem ser denunciadas pela mídia internacional – aliás, alguém viu alguma matéria de jornalões do eixo Rio-São Paulo sobre os ataques? 
Reportagens sobre a necessidade de um olhar eficaz das Nações Unidas sobre a Faixa de Gaza são constantes, enquanto denúncias em face da política de apartheid contra os cristãos na Nigéria e em outros países dominados pelo Islã, assim como as perseguições que ocorrem em regimes totalitários como Coreia do Norte e China, passam incólumes.

A União Nacional das Igrejas e Pastores Evangélicos e o Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) emitiram importante nota denunciando esse lamentável fato ocorrido na Nigéria, conclamando todos à oração pelos cristãos que vivem em situações de perseguição extremada e “para que a comunidade internacional, bem como o governo brasileiro, tenha uma posição firme contra a perseguição religiosa ocorrida na Nigéria e em qualquer outro país do mundo, adotando medidas eficazes para rechaçar qualquer discriminação e perseguição aos cristãos e pessoas de qualquer religião que querem apenas viver suas vidas em paz, seguindo suas doutrinas religiosas e adorando a Deus”.

Diante dessa realidade, é urgente que a comunidade internacional se una em solidariedade e aja para proteger a liberdade religiosa, promovendo um mundo onde a crença de cada um seja respeitada e celebrada como um elemento vital da riqueza cultural da humanidade. 
Os autores dessa coluna reforçam seu compromisso em denunciar essas atrocidades, clamar por justiça e promover a liberdade religiosa como um direito humano fundamental. 
Que a luz da solidariedade ilumine o caminho daqueles que enfrentam a escuridão da perseguição, e que a esperança prevaleça sobre a intolerância, construindo um futuro em que todos possam viver e adorar livremente, sem temer pela própria fé.

Conteúdo editado por: Marcio Antonio Campos

Thiago Rafael Vieira,
colunista  Gazeta do Povo


sexta-feira, 27 de maio de 2022

Perseguição a cristãos - Cristã é apedrejada até a morte na Nigéria

Sean Nelson



Na semana passada, em Sokoto, Nigéria, uma jovem estudante universitária cristã foi apedrejada, espancada e queimada até a morte por uma multidão. Deborah Samuel Yakubu foi acusada de blasfêmia por, segundo os agressores, insultar o profeta Maomé em um grupo de discussão do WhatsApp. Alguns colegas da faculdade ficaram indignados por Yakubu agradecer a Jesus por ajudá-la em um exame. Para a multidão, a acusação de blasfêmia justificava matá-la.

Rapidamente, vídeos do ataque começaram a circular nas mídias sociais na Nigéria e em todo o mundo. Diante do atual cenário nacional, com uma eleição conflituosa que acontece no país em 2023 e sequestros generalizados, além de ataques terroristas no norte da Nigéria, o cruel assassinato de Yakubu gera comoção.

Infelizmente, ainda existem defensores dos ataques. Manifestantes violentos em Sokoto vandalizaram e incendiaram igrejas católicas no último sábado, enquanto pediam a libertação dos suspeitos do ataque a Yakubu. Em Maiduguri, no Nordeste do país, outra jovem cristã está enfrentando ameaças depois de ser acusada de postar blasfêmia nas redes sociais.

O mundo precisa conhecer e lembrar o nome de Deborah Yakubu. Ela era uma jovem que tentava obter uma boa formação acadêmica, brutalmente assassinada porque uma multidão não gostou do que ela disse. “Que Deus lhe conceda o descanso eterno e console sua família”, disse o bispo Matthew Hassan Kukah, da Diocese Católica de Sokoto.

Mas Deborah é apenas mais uma vítima das leis de blasfêmia que existem em todo o Norte da Nigéria, aplicadas pelos tribunais da sharia, a lei islâmica. Eles violam os direitos humanos à liberdade de expressão e religião garantidos pelo direito internacional e incentivam a terrível violência da multidão contra as minorias religiosas. Como no Paquistão, por exemplo, a violência na Nigéria é frequentemente coordenada rapidamente por meio das redes sociais para atingir indivíduos acusados ​​de blasfêmia.

O grupo terrorista que atormenta o Nordeste da Nigéria há mais de uma década é o Boko Haram. Junto com sua ramificação, o Estado Islâmico na África Ocidental, são responsáveis ​​pelo sequestro de meninas. Uma delas foi Leah Sharibu, sequestrada em 2018, que nunca foi libertada porque se recusa a negar a fé cristã. Sharibu completou 19 anos no sábado, 14 de maio, ainda em cativeiro.

A organização para a qual trabalho, a ADF International, apoia advogados nigerianos que lutam incansavelmente para livrar os cristãos do sistema judicial da sharia. É uma questão de vida ou morte. Sob a lei islâmica, os cristãos na Nigéria podem enfrentar a pena de morte por qualquer motivo, desde blasfêmia e apostasia até por se recusarem a aceitar casamentos forçados.

No Norte da Nigéria, os cristãos são uma minoria. Outras minorias religiosas também estão severamente ameaçadas. Mubarak Bala, um humanista, foi recentemente condenado a 24 anos de prisão pelo Tribunal Superior do Estado de Kano, por supostamente postar blasfêmias no Facebook, em 2020. Igualmente, Yahaya Sharif-Aminu, cantor sufi, foi condenado à morte por enforcamento, pelo mesmo motivo. Citando irregularidades processuais, a Suprema Corte reteve e anulou a condenação em janeiro de 2021, mas ele ainda luta contra um novo julgamento.

Assassinatos com base em alegações de blasfêmia ocorrem há décadas na Nigéria. No ano passado, Talle Mai Ruwa, um vendedor de água no estado de Bauchi, foi espancado até a morte e queimado.

As leis permitem e incentivam uma cultura de violência em um país cada vez mais dilacerado por tantas tensões. Enquanto a maioria dos muçulmanos, cristãos e outras minorias religiosas simplesmente desejam viver em paz, uma minoria de extremistas encontra cobertura das leis. A ação irregular do governo contra os agressores agrava a crise.

Embora os casos às vezes chamem a atenção do mundo, muitas vezes o Ocidente tende a ignorar as graves violações da liberdade religiosa que são uma característica regular da vida na Nigéria. O Tribunal Penal Internacional tem se arrastado nas investigações e nos processos de atrocidades cometidas no país. O promotor do tribunal foi fortemente criticado depois de se aproximar do governo nigeriano em uma visita ao país africano no mês passado.

Para piorar a situação, o Departamento de Estado dos EUA, sem nenhuma explicação, removeu a Nigéria da lista de países “preocupação especial” no ano passado, apesar das contínuas violações da liberdade religiosa.

A Comissão de Liberdade Religiosa Internacional dos EUA disse estar “chocada” com a decisão do Departamento de Estado e reiterou as críticas quando, em abril, divulgou o relatório anual sobre os piores violadores da liberdade religiosa.

A África Subsaariana é responsável por quase metade de todas as mortes por terrorismo. Apenas nos primeiros três meses deste ano, quase 900 cristãos já foram mortos em ataques violentos.

É hora de prestar atenção ao imenso sofrimento do povo da Nigéria. Quantos mais vão definhar na prisão, ser queimados até a morte ou decapitados antes que a comunidade internacional se levante em defesa da grande maioria dos nigerianos que querem a paz?

Os nigerianos que conheço, incluindo líderes religiosos e sociais, ainda têm esperança e passam seus dias trabalhando pela paz. É fundamental que a comunidade internacional forneça o apoio de que eles precisam para chegar lá.

Tradução de Mariana Braga
    National Review

 

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Boko Haram assassina cristãos no norte da Nigéria



A milícia radical islâmica Boko Haram assassinou cristãos na cidade de Madagali, no norte da Nigéria, informa nesta sexta-feira a imprensa local. A cidade está sendo controlada pelos terroristas desde a semana passada. “Dezenas de pessoas foram assassinadas e edifícios ligados à igreja foram queimados”, relatou o sacerdote porta-voz da igreja da cidade, Gideon Obasogie, citado pelo jornal local The Punch.

Madagali, situada no estado de Adamawa, está perto da cidade de Gwoza, onde no domingo o grupo fundamentalista islâmico declarou um califado. Segundo informou Obasogie, que conseguiu fugir da cidade, “os homens cristãos são capturados e decapitados; as mulheres se veem obrigadas a se transformar em muçulmanas e são tomadas como esposas pelos terroristas”. Desde que a milícia radical se apoderou da cidade e começou com a perseguição dos cristãos, seus habitantes fugiram de suas casas, que foram ocupadas pelos insurgentes.

Muitas igrejas foram obrigadas a fechar diante dos ataques do Boko Haram, que intensificou suas ações no nordeste do país, de maioria muçulmana, onde nas últimas semanas conquistou vários territórios. A falta de preparo do Exército nigeriano e o pouco policiamento na região possibilitam o avanço dos terroristas. Mal treinados e mal armados, muitos homens das forças de segurança nigeriana simplesmente fogem para não combaterem a milícia islâmica.

Alguns moradores da zona relataram que os fundamentalistas içaram sua bandeira em seus povos após ter tomado o controle. O Boko Haram tem seu reduto espiritual e sua base de operações em Borno, mas atua também nos estados vizinhos de Adamawa e Yobe, onde o governo nigeriano declarou estado de emergência.

Desde que a polícia matou, em 2009, com o então líder e fundador de Boko Haram, Mohammed Yousef, os radicais mantêm uma sangrenta campanha que se intensificou nos últimos meses. Neste ano, o grupo islamita assassinou cerca de 3.000 pessoas e a mais de 12.000 desde 2009, segundo os cálculos do governo nigeriano. Boko Haram, que significa em línguas locais ‘a educação não islâmica é pecado’, luta por impor um califado islâmico na Nigéria, país de maioria muçulmana no norte e predominantemente cristão no sul.

Por:  Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 18 de março de 2009

Papa pede que missas africanas não distorçam a liturgia

O papa pediu nesta quarta aos bispos e padres da África que preguem dando exemplo, para que não haja diferença entre o que ensinam e como vivem, que defendam as famílias e se oponham ao divórcio, e que as alegres celebrações religiosas africanas não distorçam a liturgia católica.

Bento XVI fez as declarações no discurso dirigido aos 30 bispos da Conferência Episcopal de Camarões, com os quais se reuniu em seu segundo dia na cidade de Yaoundé e diante dos quais ressaltou a importância da liturgia nas manifestações da comunidade católica africana.
"Estas celebrações são festivas e alegres, mas é essencial que as mesmas não sejam um obstáculo, mas um meio para entrar em diálogo e comunhão com Deus", afirmou o papa, que insistiu na necessidade de que sejam "dignas".

Desta forma, o papa expressou sua preocupação com a rica religiosidade africana, que muitas vezes inclui nas cerimônias ritos tradicionalmente tribais e os sobrepõe à liturgia católica.
Em um país onde os católicos são 26,7% da população (cerca de quatro milhões de fiéis), seguidos pelos muçulmanos, que são 22%, Bento XVI deu especial atenção à forte penetração das seitas pentecostais vindas da América, à proliferação dos movimentos esotéricos e à religiosidade supersticiosa.

Diante de tal situação, o papa convidou os membros do clero presentes a incentivar a formação dos jovens e dos adultos, especialmente dos universitários e intelectuais.
Se na terça-feira o pontífice voltou a condenar o aborto, hoje insistiu na defesa da família e reafirmou a indissolubilidade do casamento.
Para Bento XVI, "as dificuldades relacionadas ao impacto da modernidade e da secularização com a sociedade tradicional obrigam os valores tradicionais da família africana a serem preservados com determinação".

Lembrando que fica na África o seminário com maior número de aspirantes à vida religiosa - na Nigéria -, o papa pediu aos bispos uma "cuidadosa e severa" seleção de candidatos ao sacerdócio, para que não haja diferença alguma "entre o que ensinam e como vivem a cada dia" e assumam os compromissos contraídos.
Em um continente como a África, onde não ter mulher e filhos é visto como sinal de invalidez, muitos religiosos não levam uma vida coerente com as normas da Igreja, motivo pelo qual Bento XVI afirmou hoje que são necessários "homens maduros e equilibrados" para o sacerdócio.
O pontífice também destacou a ativa participação das associações femininas em vários setores da Igreja missionária, algo que, segundo ele, ressalta "dignidade" da mulher na sociedade e na vida eclesial.

O papa terá um encontro oficial com as mulheres africanas apenas na segunda parte de sua viagem, em Angola.
Bento XVI falou mais uma vez sobre globalização e afirmou que a Igreja continua defendendo as pessoas mais necessitadas e que a missão do bispo é ser o principal defensor dos direitos dos pobres, além de promover a caridade.
"A Igreja quer despertar a esperança nos corações dos excluídos e tem que contribuir para a construção de um mundo mais justo no qual cada um viva com mais dignidade", disse o papa.
Em um país onde existem mais de 200 etnias e em um continente marcado pelos conflitos étnicos, o papa disse que a Igreja Católica "exclui" qualquer tipo de etnocentrismo e contribui para a reconciliação e a cooperação étnica.

Hoje, Bento XVI celebrará a vigília para o Dia de São José na basílica de Maria Rainha dos Apóstolos junto a bispos, sacerdotes, religiosos, e representantes de outras igrejas cristãs, durante a qual deve fazer um apelo pela unidade dos cristãos.

Fonte: Terra Notícias.