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domingo, 6 de agosto de 2023

Festa da Transfiguração do Senhor - 6 de agosto

Festa da Transfiguração do Senhor


Festa da Transfiguração do Senhor

História

A festa da Transfiguração recorda a dedicação das Basílicas do Monte Tabor, celebrada desde o fim do século V. Esta festa é posterior à da Exaltação da Cruz (14 de setembro), da qual depende a sua data, marcada para 6 de agosto, 40 dias antes da Exaltação da Cruz. A festa começou a ser celebrada também no Ocidente, a partir do século IX, quando foi inserida no calendário romano pelo Papa Calisto III, em 1457: uma ocasião histórica pela feliz recordação da vitória contra os Turcos, ocorrida no ano anterior, que ameaçavam seriamente o Ocidente.

Festa no Oriente

A Transfiguração do Senhor está entre as grandes festas e solenidades da Igreja oriental, vem precedida com a oração das vésperas solene, seguido da grande vigília de oração, é evidente que, para os nossos irmãos orientais, esta festa tem uma importância extraordinária, pois traduz profundamente a teologia da divinização do homem.

Sagrada Escritura

O episódio da Transfiguração chegou até nós por meio dos relatos dos Evangelhos Sinóticos (Mt 17,1-9; Mc 9,2-10; Lc 9,28-36), mas também por meio de uma alusão, contida na Segunda Carta de São Pedro Apóstolo (1.16 a 18), proposta pela forma litúrgica como uma leitura do livro do profeta Daniel (7-9-10.13-14), se a festa for celebrada na semana.

Neste evento prodigioso, Moisés e Elias (a Lei e os Profetas) apareceram conversando com Jesus. Diante de tudo isso, Pedro se voltou para Jesus para expressar a sua admiração e seu temor pelo que ele e os outros dois discípulos tinham visto e em que eles estavam participando: “Rabino, que quer dizer (mestre), é bom estarmos aqui: vamos fazer três tendas, uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias”.

Uma nuvem chegou, símbolo da presença divina como a que acompanha os judeus, (cf. Êxodo 16, 16), que os envolveu com sua sombra, da qual veio uma voz: “Este é o meu Filho amado: escutai-o!”, repetindo o que Deus, o Pai, já havia revelado por ocasião do batismo de Jesus no Jordão, a primeira teofania da Trindade. “Filho Amado” é um dos mais importantes títulos cristológicos, inspirados por (Isaías 42, 1), onde o termo “amor” significa o Servo de Javé, enquanto o convite: “ouvir”, lembra (Deuteronômio 18,25), onde Moisés anuncia a vinda do profeta do fim dos tempos ao qual o povo deve ouvir.

Essa voz e a sombra da nuvem lançaram os discípulos em grande medo, de modo a prostrá-los ao chão. Mas quando os discípulos olharam em volta, não viram senão só Jesus. Esta presença, é o único essencial, é a coisa mais importante a ser encontrada no final de uma grande experiência. Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém sobre a experiência teofânica vivida, exceto depois que o Filho do Homem ressuscitou dos mortos, o que eles não compreenderam.

Teofania

A Transfiguração é, portanto, uma teofania, uma manifestação tanto da vida divina de Cristo como da Trindade. Nesse sentido, o episódio da vida de Jesus é considerado como o batismo de Jesus no Jordão. A voz do Pai declara Jesus como seu filho amado; o Filho está brilhando de luz, símbolo de sua descida divina; o Espírito envolve os discípulos à sombra da nuvem, tornando-se o portador da voz que testemunha a identidade de Jesus. Jesus foi transfigurado aos olhos dos seus discípulos, e até mesmo os olhos dos discípulos foram transfigurados, no sentido de uma transformação de sua capacidade de ver, contemplar, para ser capaz de encontrar em Cristo a glória de Deus através do Espírito Santo.

A minha oração

“Jesus, amigo de todos, assim como manifestastes a tua glória aos discípulos, te pedimos que se manifeste a nós para que te conheçamos melhor e te amemos acima de tudo, acima de todos! Que o encontro contigo deixe marcas profundas em nossa história. Amém!”

 

 

quinta-feira, 6 de abril de 2023

6 de abril - Santo do Dia

São Marcelino

 Marcelino foi um sábio e dedicado religioso, amigo e discípulo de Agostinho, bispo de Hipona, depois canonizado e declarado doutor da Igreja. Entretanto Marcelino acabou sendo vítima de um dos lamentáveis cismas que dividiram o cristianismo. Foram influências políticas, como o donatismo, que levaram esse honrado cristão à condenação e ao martírio.

Tudo teve início muitos anos antes, em 310. O imperador Diocleciano ordenara ao povo a entrega e queima de todos os livros sagrados. Quem  obedeceu, passou a ser considerado traidor da Igreja. Naquele ano, Ceciliano foi eleito bispo de Cartago, mas teve sua eleição contestada por ter sido referendada por um grupo de bispos traidores, os mesmos que entregaram os livros sagrados.

O bispo Donato era um desses e, além disso, tinha uma posição totalmente contrária ao catolicismo ortodoxo. Ele defendia que os sacramentos só podiam ser ministrados por santos, não por pecadores, isto é, gente comum. Os seguidores do bispo Donato, portanto, tornaram-se os donatistas, e a Igreja dividiu-se.

Em Cartago, Marcelino ocupava dois cargos de grande importância: era tabelião e tribuno, funcionando, assim, como um porta-voz da população diante das autoridades do Império Romano. Era muito religioso, ligado ao  bispo Agostinho, de Hipona, reconhecido realmente como homem de muita fé e dedicação à Igreja. Algumas obras escritas pelo grande teólogo bispo Agostinho partiram de consultas feitas por Marcelino. Foram os tratados "sobre a remissão dos pecados", "sobre o Espírito", e o mais importante, "sobre a Trindade", porém nenhum deles pôde ser lido por Marcelino.

Quando Marcelino se opôs ao movimento donatista, em 411, foi denunciado como cúmplice do usurpador Heracliano e condenado à morte. Apenas um ano depois da execução da pena é que o erro da justiça romana foi reconhecido pelo próprio imperador Honório. Assim, a acusação foi anulada e a Igreja passou a reverenciar são Marcelino como mártir. Sua festa litúrgica foi marcada para o dia 6 de abril, data de sua errônea execução. 


São Marcelino, rogai por nós!


sábado, 6 de agosto de 2022

Festa da Transfiguração do Senhor

Festa da Transfiguração do Senhor


Festa da Transfiguração do Senhor

História

A festa da Transfiguração recorda a dedicação das Basílicas do Monte Tabor, celebrada desde o fim do século V. Esta festa é posterior à da Exaltação da Cruz (14 de setembro), da qual depende a sua data, marcada para 6 de agosto, 40 dias antes da Exaltação da Cruz. A festa começou a ser celebrada também no Ocidente, a partir do século IX, quando foi inserida no calendário romano pelo Papa Calisto III, em 1457: uma ocasião histórica pela feliz recordação da vitória contra os Turcos, ocorrida no ano anterior, que ameaçavam seriamente o Ocidente.

Festa no Oriente

A Transfiguração do Senhor está entre as grandes festas e solenidades da Igreja oriental, vem precedida com a oração das vésperas solene, seguido da grande vigília de oração, é evidente que, para os nossos irmãos orientais, esta festa tem uma importância extraordinária, pois traduz profundamente a teologia da divinização do homem.

Sagrada Escritura

O episódio da Transfiguração chegou até nós por meio dos relatos dos Evangelhos Sinóticos (Mt 17,1-9; Mc 9,2-10; Lc 9,28-36), mas também por meio de uma alusão, contida na Segunda Carta de São Pedro Apóstolo (1.16 a 18), proposta pela forma litúrgica como uma leitura do livro do profeta Daniel (7-9-10.13-14), se a festa for celebrada na semana.

Neste evento prodigioso, Moisés e Elias (a Lei e os Profetas) apareceram conversando com Jesus. Diante de tudo isso, Pedro se voltou para Jesus para expressar a sua admiração e seu temor pelo que ele e os outros dois discípulos tinham visto e em que eles estavam participando: “Rabino, que quer dizer (mestre), é bom estarmos aqui: vamos fazer três tendas, uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias”.

Uma nuvem chegou, símbolo da presença divina como a que acompanha os judeus, (cf. Êxodo 16, 16), que os envolveu com sua sombra, da qual veio uma voz: “Este é o meu Filho amado: escutai-o!”, repetindo o que Deus, o Pai, já havia revelado por ocasião do batismo de Jesus no Jordão, a primeira teofania da Trindade. “Filho Amado” é um dos mais importantes títulos cristológicos, inspirados por (Isaías 42, 1), onde o termo “amor” significa o Servo de Javé, enquanto o convite: “ouvir”, lembra (Deuteronômio 18,25), onde Moisés anuncia a vinda do profeta do fim dos tempos ao qual o povo deve ouvir.

Essa voz e a sombra da nuvem lançaram os discípulos em grande medo, de modo a prostrá-los ao chão. Mas quando os discípulos olharam em volta, não viram senão só Jesus. Esta presença, é o único essencial, é a coisa mais importante a ser encontrada no final de uma grande experiência. Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém sobre a experiência teofânica vivida, exceto depois que o Filho do Homem ressuscitou dos mortos, o que eles não compreenderam.

Teofania

A Transfiguração é, portanto, uma teofania, uma manifestação tanto da vida divina de Cristo como da Trindade. Nesse sentido, o episódio da vida de Jesus é considerado como o batismo de Jesus no Jordão. A voz do Pai declara Jesus como seu filho amado; o Filho está brilhando de luz, símbolo de sua descida divina; o Espírito envolve os discípulos à sombra da nuvem, tornando-se o portador da voz que testemunha a identidade de Jesus. Jesus foi transfigurado aos olhos dos seus discípulos, e até mesmo os olhos dos discípulos foram transfigurados, no sentido de uma transformação de sua capacidade de ver, contemplar, para ser capaz de encontrar em Cristo a glória de Deus através do Espírito Santo.

A minha oração

“Jesus, amigo de todos, assim como manifestastes a tua glória aos discípulos, te pedimos que se manifeste a nós para que te conheçamos melhor e te amemos acima de tudo, acima de todos! Que o encontro contigo deixe marcas profundas em nossa história. Amém!”


quinta-feira, 17 de março de 2022

Reze com São Patrício

 

 

 Rezo com São Patrício: 
Cristo guarde-me hoje,
Cristo comigo, Cristo à minha frente, Cristo atrás de mim,
Cristo em mim, Cristo embaixo de mim, Cristo acima de mim,
Cristo à minha direita, Cristo à minha esquerda,
Cristo ao me deitar,
Cristo ao me sentar,
Cristo ao me levantar,
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,
Cristo na boca de todos que falarem em mim,
Cristo em todos os olhos que me virem,
Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Trindade,
Pela afirmação da Unidade,
Pelo Criador da Criação.

Amém. 


São Patrício, rogai por nós!

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terça-feira, 17 de março de 2020

Reze com São Patrício

Rezo com São Patrício:


Cristo guarde-me hoje,
Cristo comigo, 

Cristo à minha frente, 
Cristo atrás de mim,
Cristo em mim, 

Cristo em baixo de mim, Cristo acima de mim,
Cristo à minha direita, 

Cristo à minha esquerda,
Cristo ao me deitar,
Cristo ao me sentar,
Cristo ao me levantar,
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,
Cristo na boca de todos que falarem em mim,
Cristo em todos os olhos que me virem,
Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Trindade,
Pela afirmação da Unidade,
Pelo Criador da Criação.
Amém. 


São Patrício, rogai por nós!


quarta-feira, 13 de março de 2019

Reze com São Patrício

Rezo com São Patrício:


Cristo guarde-me hoje,
Cristo comigo, 

Cristo à minha frente, 
Cristo atrás de mim,
Cristo em mim, 

Cristo embaixo de mim, Cristo acima de mim,
Cristo à minha direita, 

Cristo à minha esquerda,
Cristo ao me deitar,
Cristo ao me sentar,
Cristo ao me levantar,
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,
Cristo na boca de todos que falarem em mim,
Cristo em todos os olhos que me virem,
Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Trindade,
Pela afirmação da Unidade,
Pelo Criador da Criação.
Amém. 


São Patrício, rogai por nós!

quarta-feira, 14 de março de 2018

Reze com São Patrício

Rezo com São Patrício:


Cristo guarde-me hoje,
Cristo comigo, 

Cristo à minha frente, 
Cristo atrás de mim,
Cristo em mim, 

Cristo embaixo de mim, Cristo acima de mim,
Cristo à minha direita, 

Cristo à minha esquerda,
Cristo ao me deitar,
Cristo ao me sentar,
Cristo ao me levantar,
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,
Cristo na boca de todos que falarem em mim,
Cristo em todos os olhos que me virem,
Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Trindade,
Pela afirmação da Unidade,
Pelo Criador da Criação.
Amém. 


São Patrício, rogai por nós!

terça-feira, 14 de março de 2017

Reze com São Patricio



Rezo com São Patrício:


Cristo guarde-me hoje,
Cristo comigo, Cristo à minha frente, Cristo atrás de mim,
Cristo em mim, Cristo embaixo de mim, Cristo acima de mim,
Cristo à minha direita, Cristo à minha esquerda,
Cristo ao me deitar,
Cristo ao me sentar,
Cristo ao me levantar,
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,
Cristo na boca de todos que falarem em mim,
Cristo em todos os olhos que me virem,
Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Trindade,
Pela afirmação da Unidade,
Pelo Criador da Criação.
Amém. 


São Patrício, rogai por nós!

domingo, 15 de junho de 2014

Santíssima Trindade

Santíssima Trindade 

O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Deus se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo. Foi Nosso Senhor Jesus Cristo quem nos revelou este mistério. Ele falou do Pai, do Espírito Santo e d’Ele mesmo como Deus. 


Logo, não é uma verdade inventada pela Igreja, mas revelada por Jesus. Não a podemos compreender, porque o Mistério de Deus não cabe em nossa cabeça, mas é a verdade revelada. Santo Agostinho (†430) dizia que: O Espírito Santo procede do Pai enquanto fonte primeira e, pela doação eterna deste último ao Filho, do Pai e do Filho em comunhão” 

Só existe um Deus, mas nEle há três Pessoas divinas distintas: 
Pai, Filho e Espírito Santo. 
Não pode haver mais que um Deus, pois este é absoluto. 
Se houvesse dois deuses, um deles seria menor que o outro, e Deus não pode ser menor que outro, pois não seria Deus.
 
A Trindade é Una. “Não professamos três deuses, mas um só Deus em três Pessoas: “A Trindade consubstancial” (II Conc. Constantinopla, DS 421). “O Pai é aquilo que é o Filho, o Filho é aquilo que é o Pai, o Espírito Santo é aquilo que são o Pai e o Filho, isto é, um só Deus por natureza” (XI Conc. Toledo, em 675, DS 530). “Cada uma das três pessoas é esta realidade, isto é, a substância, a essência ou a natureza divina” (IV Conc. Latrão, em 1215, DS 804).

A Profissão de Fé do Papa Dâmaso diz: “Deus é único, mas não solitário” (Fides Damasi, DS 71). “Pai”, “Filho”, “Espírito Santo” não são simplesmente nomes que designam modalidades do ser divino, pois são realmente distintos entre si: “Aquele que é Pai não é o Filho, e aquele que é o Filho não é o Pai, nem o Espírito Santo é aquele que é o Pai ou o Filho” (XI Conc. Toledo, em 675, DS 530). São distintos entre si por suas relações de origem: “É o Pai que gera, o Filho que é gerado, o Espírito Santo que procede” (IV Conc. Latrão, e, 1215, DS 804). 

A Igreja ensina que as Pessoas divinas são relativas umas às outras. Por não dividir a unidade divina, a distinção real das Pessoas entre si reside unicamente nas relações que as referem umas às outras: “Nos nomes relativos das Pessoas, o Pai é referido ao Filho, o Filho ao Pai, o Espírito Santo aos dois; quando se fala destas três Pessoas, considerando as relações, crê-se todavia em uma só natureza ou substância” (XI Conc. Toledo, DS 675). “Tudo é uno [n'Eles] lá onde não se encontra a oposição de relação”. (Conc. Florença, em 1442, DS 1330). “Por causa desta unidade, o Pai está todo inteiro no Filho, todo inteiro no Espírito Santo; o Filho está todo inteiro no Pai, todo inteiro no Espírito Santo; o Espírito Santo, todo inteiro no Pai, todo inteiro no Filho” (Conc. Florença, em 1442, DS 1331).

Aos Catecúmenos de Constantinopla, S. Gregório Nazianzeno (330-379), “o Teólogo”, explicava: “Antes de todas as coisas, conservai-me este bem depósito, pelo qual vivo e combato, com o qual quero morrer, que me faz suportar todos os males e desprezar todos os prazeres: refiro-me à profissão de fé no Pai e no Filho e no Espírito Santo. Eu vo-la confio hoje. É por ela que daqui a pouco vou mergulhar-vos na água e vos tirar dela. Eu vo-la dou como companheira e dona de toda a vossa vida. Dou-vos uma só Divindade e Poder, que existe Una nos Três, e que contém os Três de maneira distinta. Divindade sem diferença de substância ou de natureza, sem grau superior que eleve ou grau inferior que rebaixe [...]. A infinita conaturalidade é de três infinitos. Cada um considerado em si mesmo é Deus todo inteiro [...]. Deus os Três considerados juntos. Nem comecei a pensar na Unidade, e a Trindade me banha em Seu esplendor. Nem comecei a pensar na Trindade, e a unidade toma conta de mim (Or. 40,41).

O primeiro Catecismo, chamado “Didaqué”, do ano 90 dizia: “No que diz respeito ao Batismo, batizai em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo em água corrente. Se não houver água corrente, batizai em outra água; se não puder batizar em água fria, façais com água quente. Na falta de uma ou outra, derramai três vezes água sobre a cabeça, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Didaqué 7,1-3). 

São Clemente de Roma, Papa no ano 96, ensinava: “Um Deus, um Cristo, um Espírito de graça” (Carta aos Coríntios 46,6). “Como Deus vive, assim vive o Senhor e o Espírito Santo” (Carta aos Coríntios 58,2). 

Santo Inácio, bispo de Antioquia (†107), mártir em Roma, afirmava: “Vós sois as pedras do templo do Pai, elevado para o alto pelo guindaste de Jesus Cristo, que é a sua cruz, com o Espírito Santo como corda” (Carta aos Efésios 9,1). 

“Procurai manter-vos firmes nos ensinamentos do Senhor e dos Apóstolos, para que prospere tudo o que fizerdes na carne e no espírito, na fé e no amor, no Filho, no Pai e no Espírito, no princípio e no fim, unidos ao vosso digníssimo bispo e à preciosa coroa espiritual formada pelos vossos presbíteros e diáconos segundo Deus. Sejam submissos ao bispo e também uns aos outros, assim como Jesus Cristo se submeteu, na carne, ao Pai, e os apóstolos se submeteram a Cristo, ao Pai e ao Espírito, a fim de que haja união, tanto física como espiritual” (Carta aos Magnésios 13,1-2). 

São Justino, mártir no ano 151, escreveu essas palavras ao imperador romano Antonino Pio: “Os que são batizados por nós são levados para um lugar onde haja água e são regenerados da mesma forma como nós o fomos. É em nome do Pai de todos e Senhor Deus, e de Nosso Senhor Jesus Cristo, e do Espírito Santo que recebem a loção na água. Este rito foi-nos entregue pelos apóstolos” (I Apologia 61). 

São Policarpo de Esmirna, que foi discípulo de S. João evangelista, mártir no ano 156, declarou: “Eu te louvo, Deus da Verdade, te bendigo, te glorifico por teu Filho Jesus Cristo, nosso eterno e Sumo Sacerdote no céu; por Ele, com Ele e o Espírito Santo, glória seja dada a ti, agora e nos séculos futuros! Amém” (Martírio de Policarpo 14,1-3).
Teófilo de Antioquia, ano 181, confirmou: “Igualmente os três dias que precedem a criação dos luzeiros são símbolo da Trindade: de Deus [=Pai], de seu Verbo [=Filho] e de sua Sabedoria [=Espírito Santo]” (Segundo Livro a Autólico 15,3). 

S. Irineu de Lião, ano 189, afirmou: “Com efeito, a Igreja espalhada pelo mundo inteiro até os confins da terra recebeu dos apóstolos e seus discípulos a fé em um só Deus, Pai onipotente, que fez o céu e a terra, o mar e tudo quanto nele existe; em um só Jesus Cristo, Filho de Deus, encarnado para nossa salvação; e no Espírito Santo que, pelos profetas, anunciou a economia de Deus [...]” (Contra as Heresias I,10,1). 

“Já temos mostrado que o Verbo, isto é, o Filho esteve sempre com o Pai. Mas também a Sabedoria, o Espírito estava igualmente junto d’Ele antes de toda a criação” (Contra as Heresias IV,20,4). 

Tertuliano, escritor romano cristão, no ano 210: “Foi estabelecida a lei de batizar e prescrita a fórmula: ‘Ide, ensinai os povos batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo’” (Do Batismo 13). 

E o Concílio de Nicéia, ano 325, confirmou toda essa verdade: “Cremos [...] em um só Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, nascido do Pai como Unigênito, isto é, da substância do Pai, Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não feito, consubstancial com o Pai, por quem foi feito tudo que há no céu e na terra. [...] Cremos no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida, que procede do Pai, com o Pai e o Filho é adorado e glorificado, o qual falou pelos Profetas” (Credo de Nicéia). 

Fonte: Canção Nova

terça-feira, 6 de abril de 2010

6 de abril - Santo do dia

São Marcelino

Marcelino foi um sábio e dedicado religioso, amigo e discípulo de Agostinho, bispo de Hipona, depois canonizado e declarado doutor da Igreja. Entretanto Marcelino acabou sendo vítima de um dos lamentáveis cismas que dividiram o cristianismo. Foram influências políticas, como o donatismo, que levaram esse honrado cristão à condenação e ao martírio.

Tudo teve início muitos anos antes, em 310. O imperador Diocleciano ordenara ao povo a entrega e queima de todos os livros sagrados. Quem obedeceu, passou a ser considerado traidor da Igreja. Naquele ano, Ceciliano foi eleito bispo de Cartago, mas teve sua eleição contestada por ter sido referendada por um grupo de bispos traidores, os mesmos que entregaram os livros sagrados.

O bispo Donato era um desses e, além disso, tinha uma posição totalmente contrária ao catolicismo ortodoxo. Ele defendia que os sacramentos só podiam ser ministrados por santos, não por pecadores, isto é, gente comum. Os seguidores do bispo Donato, portanto, tornaram-se os donatistas, e a Igreja dividiu-se.

Em Cartago, Marcelino ocupava dois cargos de grande importância: era tabelião e tribuno, funcionando, assim, como um porta-voz da população diante das autoridades do Império Romano. Era muito religioso, ligado ao bispo Agostinho, de Hipona, reconhecido realmente como homem de muita fé e dedicação à Igreja. Algumas obras escritas pelo grande teólogo bispo Agostinho partiram de consultas feitas por Marcelino. Foram os tratados "sobre a remissão dos pecados", "sobre o Espírito", e o mais importante, "sobre a Trindade", porém nenhum deles pôde ser lido por Marcelino.

Quando Marcelino se opôs ao movimento donatista, em 411, foi denunciado como cúmplice do usurpador Heracliano e condenado à morte. Apenas um ano depois da execução da pena é que o erro da justiça romana foi reconhecido pelo próprio imperador Honório. Assim, a acusação foi anulada e a Igreja passou a reverenciar são Marcelino como mártir. Sua festa litúrgica foi marcada para o dia 6 de abril, data de sua errônea execução.

São Marcelino, rogai por nós

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

20 de janeiro - Santo do dia

São Sebastião


 O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais oriundos de Milão, na Itália, no século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à de seus irmãos!

Ao entrar para o serviço no império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do império. Sebastião ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas do mistério da Trindade.

Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.

São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. Mas um apóstata denunciou-o para o império e lá estava ele, diante de um imperador muito triste, porque era uma traição ao império. Mas ele deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o império era este serviço. Denunciou o paganismo e a injustiça.

São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensar que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem. Evangelizou, testemunhou, mas, desta vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.


São Sebastião, rogai por nós!

terça-feira, 17 de março de 2009

Oração com São Patrício

Rezo com São Patrício:

Cristo guarde-me hoje,
Cristo comigo, Cristo à minha frente, Cristo atrás de mim,
Cristo em mim, Cristo embaixo de mim, Cristo acima de mim,
Cristo à minha direita, Cristo à minha esquerda,
Cristo ao me deitar, Cristo ao me sentar, Cristo ao me levantar,
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,
Cristo na boca de todos que falarem em mim,
Cristo em todos os olhos que me virem, Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.

Levanto-me, neste dia que amanhece, Por uma grande força, pela invocação da Trindade, Pela fé na Trindade, Pela afirmação da Unidade, Pelo Criador da Criação.
Amém.

terça-feira, 3 de março de 2009

GUERREIROS DA ÚLTIMA ORDEM

GUERREIROS DA ÚLTIMA ORDEM.


Quem como Deus?
Amados irmãos, lançando mão das palavras de nosso querido general, São Miguel Arcanjo, convido-os para conosco fazermos uma profunda reflexão sobre o nosso Adorável, DEUS Trindade.

Desgraçadamente a humanidade, em sua grande maioria, esqueceu do seu Criador, Salvador e Santificador, depois não entende, nem consegue explicar porque as pessoas, as instituições e o planeta perderam a paz, a segurança, a esperança e a confiança. Não lembram ou nunca se preocuparam em saber que Deus, a partir de Seu santo Espírito Criador, Santificador, Renovador e Regulador, através de Seus santos Anjos, é o Grande e Único Maestro de toda a Criação, visível e invisível.

Saiba, ó homem, é nosso Amoroso e Onipotente DEUS que comanda e zela por todo o universo, até os confins que os chamados doutos nem ousam imaginar! Esse mesmo Pai, tão infinito e misteriosamente poderoso, emociona-se e tem Seu Santíssimo Coração tocado por um sorriso e uma prece de uma criancinha que se encontre em qualquer cantinho deste imenso planeta. Observemos, a partir dessas colocações, como Deus é absoluto em todos os Seus atributos. Nada, nem ninguém, aproxima-se, minimamente que seja, de qualquer um de seus predicados,


ELE é Onipotente; tudo pode.


ELE é Onisciente; tudo sabe.


ELE é Onipresente; tudo vê.


Sabe e vê inclusive o íntimo de todos nós: o estado de nossas almas, a verdadeira intenção dos nossos corações e até o mais fugaz de nossos pensamentos. Em nosso Deus tudo é plenitude. A Santidade, o Amor, a Misericórdia, a Graça e também a Justiça, tão escamoteada e esquecida hoje em dia. Ou seja, Deus é o Sumo Bem.
Todo Pensamento e Ação de Deus visa o bem da Criação e de Suas Criaturas, porque tem como alicerce o Amor. Se fosse possível destacar algo N’Aquele que é o Absoluto em tudo, sem dúvida elegeríamos o Amor.

É só olharmos a Criação:
__ A variedade, o colorido, o perfume e a beleza das flores;
__ A variedade, o colorido e a beleza dos pássaros;
__ O amanhecer ensolarado da primavera nos campos;
__ As criancinhas sorridentes a brincar nos parques;

enfim são muitas as situações, na face da terra, que testemunham a grandiosidade desse Amor.


E o que ELE nos pede, em contrapartida, por tanto que nos deu e nos dá? Simplesmente e tão somente que dediquemos a ELE, Pai tão atencioso, terno e carinhoso, um pouquinho só do muito que nos tem dado: AMOR!


E como reage a maioria de seus filhos ingratos? Esquecem-No, ignoram-O, creditando toda essa amorosa riqueza da Criação a uma absurda explosão cósmica que a tudo criou, e a outra não menos absurda evolução natural que a tudo aperfeiçoou. Trocam a insofismável e milagrosa Ação de Deus, pelas farsas deslavadas urdidas pelos homens inspirados pelo pai da mentira, o espírito das trevas, inimigo do Criador e de Suas criaturas. Assim caminha então a humanidade, que troca a Verdade de seu Deus de Amor, pelas fábulas de seu algoz que os conduz para o abismo eterno.


O amor é verdade e Salvação eterna, o ódio é mentira e perdição.
“Guerreiros da última ordem”.
“Quem busca, acha!” (Mt. 7,7)
Ninguém, em tempo algum, buscou a Deus, seu amoroso Pai, e não O encontrou. Existe apenas e tão somente uma única condição para achá-Lo: Que se busque com profunda humildade, sinceridade e amor.


“Vinde a Mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e Eu vos aliviarei. Tomai Meu jugo sobre vós e recebei Minha Doutrina, porque Eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas. Porque Meu jugo é suave e Meu peso é leve”. (Mt 11,28-30)
Meditem, amados irmãos, sobre a amorosa disponibilidade e simplicidade de nosso Deus de amor. ELE quer ser buscado, ELE deseja ser encontrado, ELE convida, ELE pede, ELE nos incentiva, ELE escancara Seu Sacratíssimo Coração para abrigar a todos nós, Seus amados filhos: “Vinde a Mim!” E por que não corremos todos e nos jogamos em Seus Braços Paternais, abrasados de amor e acolhimento? Por que ignoramos Seus convites? Por que temos tão pouca fé e tão pouco amor por Aquele que nos deu e nos dá tudo? Inclusive a Si Próprio, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, presentes na Santíssima Eucaristia?


Irmãos, com certeza nos custará muito caro ignorarmos os chamados de Deus; rejeitá-lo. Vamos todos já ao encontro Dele, enquanto podemos encontrá-Lo, em toda a Sua plenitude amorosa e misericordiosa, nos Sacrários do mundo!


“Guerreiros da última ordem”.


Tempos Messiânicos
Parte I

Quando satanás inspirou e induziu Adão e Eva a desobedecerem ao Criador, sendo por isso expulsos do paraíso, por ação da JUSTIÇA DIVINA, os Céus fecharam-se para os homens.
A partir desse momento a humanidade contraiu uma dívida tão alta, que para reparar a ofensa feita a Santa Justiça, somente o próprio DEUS poderia pagá-la. Esse foi o preço que a própria SANTÍSSIMA TRINDADE determinou, para libertar o homem do jugo eterno de satanás, ao qual tinha se condenado. E também para dar-lhe a chance de, um dia, voltar a conviver com seu PAI na Glória Celeste.


Com o passar dos séculos, e ao aproximar-se o tão aguardado e desejado momento, DEUS começou, através de Seus profetas, (como sempre fez, faz e fará em momentos importantes para a humanidade. “Porque o Senhor Javé nada faz sem revelar seu segredo aos profetas seus servos.” Am. 3,7.) a preparar os filhos fiéis do povo eleito, para a maior demonstração de Amor e Misericórdia do Criador para com Suas criaturas: O próprio DEUS viria viver humanado para doar-se, e assim reparar, expiar, resgatar, salvar e reabrir o acesso ao paraíso aos homens de boa vontade, de todos os tempos.
O profeta Isaías, que viveu aproximadamente 735 anos antes da Encarnação do Verbo, foi o primeiro a anunciar no capítulo 9, versículo de 1 a 6:
“O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz...(...) porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, DEUS forte, PAI eterno, príncipe da paz. Seu império será grande e a paz sem fim sobre o trono de Davi e em seu reino. Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça, desde agora e para sempre. Eis o que fará o zelo do Senhor dos exércitos.”


No capitulo 11, versículo de 1 a 5, o profeta antecipa:
“Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebroto brotará de suas raízes. Sobre ELE repousará o ESPÍRITO do Senhor, ESPÍRITO de sabedoria e de entendimento, ESPÍRITO de prudência e de coragem, ESPÍRITO de ciência e de temor ao Senhor. (Sua alegria se encontrará no temor ao Senhor.) ELE não julgará pelas aparências, e não decidirá pelo que ouvir dizer; mas julgará os fracos com eqüidade, fará justiça aos pobres da terra, ferirá o homem impetuoso com uma sentença de sua boca, e com o sopro dos seus lábios fará morrer o ímpio. A justiça será como o cinto de seus rins, e a lealdade circundará seus flancos”.


No capítulo 42, versículo de 1 a 9, novamente o profeta Isaías renova o anúncio do Messias:
“Eis Meu Servo que EU amparo, Meu Eleito ao qual dou toda a Minha afeição, faça repousar sobre ELE Meu ESPÍRITO, para que leve ás nações a verdadeira religião. Ele não grita, nunca eleva a voz, não clama nas ruas... (...) EU, o Senhor, chamei-te realmente, EU te segurei pela mão, EU te formei e designei para ser a aliança com os povos, à luz das nações...”.

E também no capítulo 49, versículo de 1 a 6. Observemos principalmente os capítulos 50, de 4 a 11, 52, de 7 a 12 e 53, de 1 a 12, onde é profetizado, em detalhes precisos, a dolorosa paixão do Messias Salvador e Redentor que viria para imolar-se e resgatar aqueles que o acolhessem.
Ainda no capítulo 55, em toda a sua extensão, o PAI Eterno, através do profeta, conclama o povo a Salvação citando o Messias:
“Farei de ti um testemunho para os povos, um condutor soberano das nações; conclamarás povos que nunca conheceste, e nações que te ignoravam acorrerão a ti, por causa do Senhor teu DEUS, e do Santo de Israel que fará tua glória. Buscai ao Senhor já que Ele se deixa encontrar; invocai-o, já que, está perto. Renuncie o malvado a seu comportamento, e o pecador a seus projetos; Volte ao Senhor, que dele terá piedade, e a nosso Deus que perdoa generosamente...”.
Exortamos a nossos irmãos que leiam e meditem, na integra, todas as passagens do profeta Isaías, aqui citadas, para entendermos um pouco mais sobre os desígnios de nosso DEUS Trindade. Também para reconhecermos a Sua poderosa onisciência que antecipou alguns detalhes impressionantes, mais de 700 anos antes, não só a vinda do Messias, mas principalmente a Sua dolorosíssima paixão.
Ainda cumpre-nos alertar sobre o caráter singularíssimo do anúncio profético, deixado muito claro em todas as ações de Deus na face da terra, em todos os tempos; e logicamente incluindo-se aí também os nossos tempos atuais.


Apesar de hoje em dia muitos procurarem de diversas formas esconder, confundir e até impedir as manifestações do ESPÍRITO SANTO de DEUS, é importantíssimo termos nítido que o tempo da Redenção, da Criação e das criaturas ainda continua seu curso inexorável, independente do grau de apostasia que tenham atingido aqueles que deveriam ser os primeiros a enxergar e anunciar os sinais dos tempos.


Jamais esqueçamos a exortação do apóstolo das nações, o grande São Paulo: “Não extingais o ESPÍRITO. Não desprezeis as Profecias. Examinai tudo: Abraçai o que é bom. Guardai-vos de toda a espécie de mal.” (I Tess, 5, 19-22)
“Guerreiros da última ordem.”

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A seita anti-cristã e empresa Testemunhas de Jeová

Quem são as testemunhas de Jeová?

Escrito por Elbson do Carmo
Fonte: Universo Católico

A seita anti-cristã e empresa religiosa autodenominada "testemunhas" de Jeová consolidou-se ao longo do último século como uma das maiores aberrações religiosas surgidas do caldeirão religioso norte-americano, juntamente com outras denominações similares como o mormonismo. Notabilizou-se, além dos absurdos doutrinários, pela verdadeira lavagem cerebral e exploração de seus adeptos. Vamos conhecer alguns aspectos dessa multinacional do engodo religioso.
Poder-se-ia sugerir que este artigo tem por motivação unicamente atacar um credo religioso. Mas não se trata disso, não há como primordial motivação colocar o meu credo religioso em evidência ou utilizar dos absurdos da seita chamada Testemunhas de Jeová como balizadores para dignificar a doutrina que professo, mas para alertar a todos, ajudar a todos, de todos os credos cristãos e a outros desavisados, do mal representado por esta seita. O texto é extenso, mas importante, e nem timidamente esgota o tema.

Parte 1
Doutrinas controversas
Nega Jesus como nosso Deus e Salvador, e portanto não é cristã.

Uma seita que cria nos seus adeptos a falsa crença de que terão o conhecimento perfeito das escrituras, o que é mais um engodo, tendo em vista que não basta a algém ler um livro sobre engenharia naval para que torne-se engenheiro. Essa enganação dos TJ pode ser comprovada facilmente: Eles são ótimos com um script pronto, com perguntas prontas e cuidadosamente escolhidas, são treinados para isso, mas experimente mudar completamente o rumo do tema, tirar-lhes a direção do diálogo e fazer-lhes perguntas e exigir respostas diretas, claras, contestar suas doutrinas, defronta-los com temas diferentes daqueles para os quais sua seita criminosamente os adestrou. Facilmente se verá que a lenda de que os TJ (como qualquer seita) dominam habilmente as escrituras cai por terra.

Estabelece ser a Trindade uma crença pagã,

Deixa seus fiéis morrerem por não se permitir doações de sangue e ainda acham que as Escrituras justificam esses assassinatos esquecendo-se que os nazistas foram os primeiros a utilizar tal prática;
Uma seita que criou para si uma falsa Bíblia com mais de 2000 adulterações graves,
Uma seita que produz material doutrinador notadamente desonesto, tendo em vista que utiliza de fontes inexistentes e jamais trazem o nome de seus autores.
Foi fundada por um mentiroso confesso em tribunal, adúltero declarado, que envolvido com práticas ocultistas a ponto de ter sobre seu sepulcro uma pirâmide de granito.
Para essa seita Jesus não foi crucificado, mas preso a uma estaca, mesmo havendo todas as provas históricas e arqueológicas da prática da crucificação, o "jesus" da seita morreu (e permanece morto até hoje) numa estaca.

Uma seita que afirmou ter previsto a segunda vinda de Cristo e o fim do mundo várias vezes e pelo visto nunca acertou sequer uma, como errou fragorosamente todas as profecias que fez, ignorando que sua própria Bíblia estabelece que se um profeta errar uma profecia, este não provém de Deus.

Uma seita onde seus " pastores" são instruídos a ver com reservas os seguidores com curso superior, não permitem a livre expressão e nem o livre pensar, chegando ao absurdo de proibir o serviço militar, cantar hinos nacionais, reverenciar símbolos nacionais como a bandeira do país, não votar e nem envolver-se em movimentos políticos.
Chega ao absurdo de proibir que se festejem aniversários, datas cívicas, que se vá a parques de diversão e muito mais.
Uma seita que orienta aos seus fiéis que sequer mantenham relações com pessoas de outros credos ou pior que se fale apenas o necessário com pessoas que deixaram essa seita, independentemente de tratar-se de uma relação entre pais e filhos.
Uma seita reiteradamente acusada de publicar material desonesto, com citação de fontes adulteradas em suas revistinhas. Basta perceber que absolutamente nenhum artigo publicado nas revistas dos TJ trazem o nome do autor.

Uma seita que orienta seus fiéis a considerar todas as demais denominações religiosas cristã como "cristandade", como uma massa de condenados, e por tabela os incita ao fundamentalismo e à intolerância. Experimente contestar de público a seita.
Os resultados não tardarão a ser manifestos.
Uma seita que subjuga o senso de verdade de seus "seguidores" e que se coloca como progenitora de "verdades" no mínimo fantásticas, como aquela que professa que Jesus está morto para sempre entre outras mais absurdas ainda.
Veja algumas das idéias dessa seita manifestas em seus próprios veículos de comunicação:
continua...