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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Plebiscito em Copacabana



Se Dona Dilma Rousseff queria um plebiscito, já o teve: o recente encontro entusiástico e triunfal do Papa Francisco com três milhões de fiéis na Praia de Copacabana, a maior manifestação de massas de toda a nossa história, mostrou que o povo brasileiro ama tudo o que a presidenta odeia e odeia tudo o que ela ama: feminismo, gayzismo, abortismo, comunismo, tudo o que é anticristão só sobrevive neste país graças à proteção do governo e de bilionários imbecis. Não tem raízes na nossa sociedade, não tem eco na alma popular, não tem nada a ver com a nossa vida. Quem tem é a Igreja, quem tem é o Papa.

A Presidência da República e a dita "grande mídia" sabem perfeitamente disso, mas querem dar a impressão de que a "Marcha das Vadias" é tão representativa da opinião nacional, tão legítima e tão digna de carinhosa atenção, quanto a grandiosa e multitudinária proclamação popular de adesão incondicional aos valores da fé cristã.

É assim que uma minoria ínfima, estrambótica e grotesca adquire, artificialmente, foros de respeitabilidade, no instante mesmo em que se avilta a si própria com micagens dignas de doentes mentais e violações ostensivas do Código Penal (art. 280, "vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso") e da lei federal 7716/89, art. 20 ("praticar, induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito de religião").

Essa legitimação forçada vai espalhando entre as vítimas o sentimento de inibição que as impede de reagir contra a ofensa e as vai habituando, pouco a pouco, mas cada vez mais velozmente, a curvar-se caladas ante os mais cínicos e despudorados, até reconhecê-los, por fim, como únicas encarnações concebíveis do bem e da autoridade moral. É esse processo de autocastração voluntária induzida que a socióloga alemã Elizabeth Noëlle-Neumann descreveu como "Espiral do Silêncio".

Quando Dona Dilma, com a mesma prótese de sorriso inócuo encaixilhada na boca, posa para fotografias ao lado do Papa e das "Vadias", ela nos ensina que na democracia a fé e o crime são igualmente valiosos e dignos de respeito. E ela faz isso com plena consciência de que algum gemido de protesto, por mais discreto e inaudível que seja, será imediatamente estigmatizado como "terrorismo de direita", anunciando para breve – muito breve, nas esperanças do sr. Mauro Santayana – o encarceramento do impudente e imprudente reclamão.

Mas o aparente indiferentismo democrático, por mais asqueroso que seja em si mesmo, é uma pura camuflagem provisória. Por baixo dele, Dona Dilma e seu governo já mostraram de que lado estão. Para sabê-lo basta perguntar: quanto se esforçaram pela cristianização do povo e quanto pela vitória de tudo o que as "Vadias" representam?

A lógica aí subentendida é a mesma que enaltece a prática do aborto em massa, mas pune como obscena incitação ao ódio a divulgação de vídeos que simplesmente descrevem o que é um aborto. Assim, gradativamente, tudo o que é abjeto e monstruoso vai-se transformando primeiro em coisa permitida, em seguida protegida, por fim obrigatória.

Essas tendências começam a germinar nos bas fonds da classe universitária e do ativismo organizado, quase inconscientemente de início, mas a velocidade da sua transformação postiça em "clamor público" é cada vez maior. O próprio elemento caricatural e grotesco que carregam em si inerentemente protege-as contra qualquer reação inicial, de modo que elas vão crescendo até o ponto em que toda reação se torna inviável. 

Tudo o que os conservadores e a população em geral consideram demasiado absurdo, demasiado louco para ser verdade, acaba acontecendo precisamente porque julgavam que era impossível.  A transmutação do criminoso em vítima e do denunciante em criminoso torna-se por fim regra geral, até que o país inteiro se transforme numa societas sceleris onde só criminosos psicopatas são admitidos nas altas esferas da fama e do poder.

As grandes mudanças da mentalidade das massas são, por definição, invisíveis e insensíveis para as próprias massas. Tanto mais invisíveis e insensíveis quanto mais velozes. Apenas o recuo no tempo permite ao historiador, depois do fato consumado, retraçar a transmutação violenta e radical que levou milhões de pessoas a aceitar passivamente aquilo que de início lhes parecia não só horroroso como impensável. 

Alguém, no Facebook, lembrou o contraste entre dois Brasis: aquele que anos atrás protestou em massa quando um único fanático anticatólico chutou diante das câmeras de TV uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, e aquele que agora contempla inerme e passivo o espetáculo das "Vadias" num canto da praia de Copacabana lotada de fiéis.
O povo brasileiro que expressa entre gritos e lágrimas o seu amor ao Papa e a Nosso Senhor Jesus Cristo já é também o mesmo que emudece, com um sentimento que se aproxima do temor reverencial, diante do ataque mais brutal já desferido contra a religião católica neste país.  

Talvez Dona Dilma, não sem alguma perspicácia, considere que este segundo aspecto é, entre os resultados do plebiscito de Copacabana, a parte mais significativa.

Por: Olavo de Carvalho - Publicado no: Diário do Comércio


sábado, 27 de julho de 2013

Via Sacra atrai multidão à Copacabana - Peregrinos começam caminhada de 9,5km da Central do Brasil até Copacabana

Peregrinos começam a caminhada - Pista lateral da Avenida Presidente Vargas, a partir da Central, sentido Candelária, está fechada 

Começam as interdições para início da peregrinação entre a Central do Brasil e Copacabana

Também serão fechadas as avenidas Presidente Vargas, Rio Branco, Aterro do Flamengo, Enseada de Botafogo, Av. Lauro Sodré e Av. Atlântica 

As interdições de vias do Centro e da Zona Sul da cidade para a peregrinação em direção à orla de Copacabana começaram às 7h deste sábado. Segundo o Centro de Operações da prefeitura, a pista lateral da Avenida Presidente Vargas, a partir da Central, sentido Candelária, está fechada. Também foram interditadas vias como a Avenida Rio Branco, Avenida República do Chile, Avenidas das Nações Unidas e Avenida Lauro Sodré. Na Praia de Copacabana, a pista junto às edificações da Avenida Atlântica funcionará no sentido Leme. E a pista da orla permanecerá fechada. A CET-Rio e Guarda Municipal atuam nas regiões orientando os motoristas. No início desta manhã, o tráfego segue normal no entorno dos pontos de interdição.

Centenas de peregrinos tomam conta da pista do Aterro do Flamengo Felipe Hanower / Agência O Globo

O trajeto de 9,5 quilômetros até Copacabana tem início na Central do Brasil, passando pela Avenida Presidente Vargas, Avenida Rio Branco, Aterro do Flamengo, Enseada de Botafogo, Avenida Lauro Sodré e Avenida Atlântica. A nova rota de peregrinação dos fiéis será exclusivamente destinado à circulação de pedestres.

Durante o percurso, os peregrinos inscritos poderão retirar o kit da Vigília, na altura do Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, que foi parcialmente interditado, em ambos os sentidos, no início da madrugada deste sábado, para o início da operação de montagem de estruturas da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). O tráfego segue interditado no trecho entre a Avenida General Justo, no Centro, e a AvenidaOswaldo Cruz, no Flamengo. Agentes da CET-Rio e da Guarda Municipal orientam os desvios.

Vigília
O Papa Francisco participa da cerimônia de vigília, às 19h, no sábado. O evento se estende até as 10h do domingo, quando ocorre o encerramento da JMJ com a missa de envio. Será permitido dormir na praia, sem utilização de barracas.

Kit peregrino
Os inscritos na peregrinação podem retirar o kit neste sábado, no Aterro do Flamengo, na altura do Monumento aos Pracinhas.

Metrô, trens, ônibus e barcas
O metrô funcionará sem esquema de bilhetes antecipados. Será possível entrar usando qualquer tipo de cartão, inclusive o peregrino. Para agilizar o deslocamento, quatro estações ficarão fechadas (Presidente Vargas, Cinelândia, Catete e Cantagalo).
As linhas 1 e 2 irão até a estação Siqueira Campos. O metrô funcionará 24 horas até meia-noite de segunda-feira, dia 29.
Todas as estações de trem estarão abertas 24 horas para embarque e desembar até às 23h de segunda-feira (29/7). Neste sábado, a Supervia estenderá a operação de todos os ramais (Santa Cruz, Japeri, Belford Roxo e Saracuruna) em direção à Central do Brasil.
As barcas funcionam ininterruptamente na madrugada de sábado para domingo.
O BRT Transoeste estará operando em plena capacidade na rota Santa Cruz-Alvorada, com reforço de ônibus.

Ônibus fretados
Não haverá bolsão de estacionamento para ônibus fretados na Enseada de Botafogo. Os veículos devem estacionar na Ilha do Fundão, onde haverá reforço de ônibus em direção à Zona Sul.

Segurança
A Guarda Municipal convocou 2.200 guardas no fim de semana. Em Copacabana, serão 1.200 agentes, trabalhando em turnos. O patrulhamento começa às 6h e se estende ao longo do dia. Guardas bilíngues, que podem se comunicar em inglês, espanhol, francês e alemão, estarão posicionados na esquina da Avenida Atlântica com a Rua Figueiredo Magalhães e na Praça do Lido.

Limpeza urbana
Quatro mil contêineres estarão espalhados na rota da peregrinação e nas principais ruas de Copacabana. A operação terá 2.710 garis para a limpeza de toda a área. No dia 29 de julho, segunda-feira, a limpeza será intensificada.

Saúde
Há sete postos pré-hospitalares em Copacabana, com 67 leitos e 29 ambulâncias para remoções. Uma equipe com 210 profissionais (sendo 91 médicos, 28 enfermeiros e 91 técnicos de enfermagem) de plantão nos postos das ruas Princesa Isabel, Praça do Lido, Rua Paula Freitas, Rua Santa Clara, Rua Xavier da Silveira, Rua Souza Lima e Backstage.
Para a peregrinação, serão montados três postos (MAM, Porcão e Posto BR) com oito leitos. Oito ambulâncias estarão à disposição dos peregrinos.


Clique aqui e veja galeria de imagens da Via Sacra


Clique aqui para vídeo Via Sacra atrai multidão a Copacabana


sexta-feira, 26 de julho de 2013

Peregrinação da JMJ irá da Central a Copacabana



Moradores de Copacabana reclamam de mudança de última hora
Com desistência de Guaratiba, bairro terá 4 dias seguidos de eventos da Jornada
Rota terá 9,5km; prefeito pediu compreensão dos moradores do bairro da Zona Sul
Segundo Paes, segurança de quem optar por dormir na praia será mantida
Vigília e missa de encerramento seriam realizadas no Campus Fidei, em Guaratiba, que foi tomado pela lama
O prefeito Eduardo Paes anunciou em coletiva na manhã desta sexta-feira que será criado um corredor para que peregrinos possam caminhar até Copacabana, na Zona Sul, para onde foram transferidas a vigília e a missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Os eventos seriam realizados no Campo Fidei, em Guaratiba, na Zona Oeste, que foi tomado pela lama. Paes ressaltou a peregrinação foi mantida já que é parte do ritual das vigílias em todas as Jornadas. Por conta da mudança de local, os peregrinos poderão seguir a pé da Central do Brasil até Copacabana. 

O secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osorio, disse que a rota de peregrinação terá 9,5km entre a Central do Brasil e Copacabana. O trajeto passará pela Avenida Presidente Vargas, Avenida Rio Branco, Aterro do Flamengo, Enseada de Botafogo, Avenida Lauro Sodré e Avenida Atlântica. A rota estará aberta das 7h de sábado às 19h de domingo.

O prefeito Eduardo Paes iniciou a coletiva pedindo compreensão dos moradores do bairro da Zona Sul: — Peço compreensão da população. Sabemos o constrangimento que gera aos moradores de Copacabana, mas vamos dar atenção a eles no sentido de minimizar o impacto e vamos ser flexíveis de acordo com as necessidades.

O bairro de Copacabana, segundo Osorio, também estará fechado das 12h de sábado às 19h de domingo. De acordo com Osorio, quem não quiser fazer a rota de peregrinação poderá acessar o o bairro de Copacabana por meio de ônibus convencionais até Botafogo, Ipanema, Lagoa ou por meio do metrô, que funcionará 24 horas. De acordo com o secretário, o esquema de ônibus montado para levar os peregrinos até Guaratiba será reforçado agora para o trajeto contrário, para levar os peregrinos da Zona Oeste à Zona Sul, atendendo fiéis que optaram por estar mais próximos do Campus Fidei.

Osorio informou que não haverá bolsão de estacionamento para ônibus fretados por peregrinos na Enseada de Botafogo. Os coletivos ficarão retidos na Ilha do Fundão, onde haverá reforço de ônibus em direção à Zona Sul. Os 350 mil peregrinos inscritos para participar da vigília deverão retirar os kits no Monumento aos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, a partir das 7h de sábado.

Paes: segurança de quem dormir na praia será mantida
A vigília será permitida em Copacabana, e o prefeito garantiu a segurança dos peregrinos: — As forças de segurança estarão aqui, e tenho certeza que não haverá problema para quem optar por dormir na praia. Segundo Paes, a vigília na Praia de Copacabana só não terá o mesmo conforto que em Guaratiba, onde os banheiros foram separados por quarteirões: — Estamos trazendo mais banheiros de Guaratiba para reforçar Copacabana, e todos os serviços básicos foram transferidos também para a Zona Sul.

Na praia, vão atuar 1.600 homens da Guarda e da CET-Rio, e 32 painéis luminosos orientarão motoristas e peregrinos sobre as interdições em Copacabana. O prefeito disse, ainda, que a saída de 2 milhões de pessoas de Copacabana não pode ser sem fila. — Não se escoa 2 milhões de pessoas de maneira rápida. É preciso que as pessoas compreendam que a saída será mais lenta — disse o prefeito.

O Metrô Rio anunciou que não haverá pré-venda de ingressos para sábado e domingo, uma vez que não há tempo hábil. Todos os tickets serão aceitos, inclusive o cartão peregrino. Eduardo Paes disse lamentar a não realização do primeiro evento de proporção internacional que a Zona Oeste receberia. Ele voltou a afirmar que não houve gasto de dinheiro público com a estrutura montada no local e afirmou que Copacabana sempre foi o plano B. — Eu não sei quanto a igreja gastou (em Guaratiba) mas imagino que tenha sido muito. Melhor preparado (o Campus Fidei) só se pavimentassem o terreno inteiro — afirmou o prefeito.
Questionado sobre a manchete do jornal Chicago Sun Times, que perguntava "Perdemos para isso?", em referência aos problemas de organização na cidade durante a Jornada, Paes disse que a cidade norte-americana está com inveja do Rio: — Chicago tá morrendo de inveja. Cidade fria, cheia de conflitos. Não vamos transformar tudo que a gente faz nesse complexo de vira-lata.

Local muda, mas programação está mantida
Apesar da mudança do local, o padre Márcio Queiroz, diretor de comunicação da Jornada Mundial da Juventude, disse, nesta quinta-feira, que a programação do final de semana está mantida. No entanto, houve mudança no horário da vigília, que tem previsão de início às 19h30m, com duração de até duas horas, terminando por volta das 21h30m. Já o horário da missa será o mesmo anunciado inicialmente, às 10h de domingo.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Às vésperas de receber Francisco, Campus Fidei é tomado pela lama



Missa de encerramento da JMJ poderá ser em Copacabana
O Campus Fidei, em Guaratiba, amanheceu hoje tomado pela lama.
Tem gente do comitê organizador da Jornada Mundial da Juventude que acha impraticável o Papa Francisco realizar, domingo, a missa de encerramento em Guaratiba e defende a transferência da cerimônia para a Praia de Copacabana.  O prefeito Eduardo Paes afirmou que vai apoiar qualquer decisão do comitê organizador.

Responsável por montar espaço diz que jornada não é visita ao shopping
Castigado pela chuva desde a noite de segunda-feira, o Campus Fidei, em Guaratiba, está repleto de poças d'água e com muita lama. Apesar disso, Duda Magalhães, diretor da empresa Dream Factory, responsável pela produção e montagem do espaço, disse nesta quarta-feira que os peregrinos já estão cientes de que o evento "não é uma visita a um shopping", ao se referir às áreas alagadas e ao vento frio, que fazia operários, jornalistas e peregrinos baterem os queixos durante a manhã. A temperatura estava na casa dos 15 graus.  O evento é uma missa campal. Passar frio, calor, estar numa área de terra ou alagada, são condições de um evento como este. Quem é peregrino sabe que vai passar por essa experiência. Isso é um dado da equação. Não é um problema do Campus Fidei, sempre foi assim nas jornadas — disse o diretor da Dream Factory, também responsável por eventos como o carnaval de rua do Rio e pela árvore de Natal da Lagoa.

Magalhães ainda admitiu que, caso a chuva persista no final de semana, uma parte dos 22 lotes do terreno, que tem cerca de 1,7 milhão de metros quadrados, pode ser fechada devido aos alagamentos. — A previsão do tempo indica sol a partir de sexta-feira. Até agora, o terreno reagiu bem. Estamos fazendo monitoramento e drenagem de todos os lotes do campus. Um terreno como esse pode ter áreas alagadas. Mas, se a chuva persistir, vamos isolar esse lotes para garantir a segurança do público — disse Magalhães, que não informou quais áreas correm risco de ser fechadas para os fiéis.

Ele disse ainda que estão sendo utilizadas bombas de sucção para auxiliar no sistema de drenagem das áreas mais críticas, que ainda contam com canaletas para o escoamento da água. A três dias do evento, operários trabalhavam para acertar os últimos ajustes no palco principal, cujas escadas de acesso ao altar acumulavam poças d’água. Ali, será realizada a vigília, no sábado, quando são esperadas 900 mil pessoas. No local, o Papa Francisco vai celebrar a missa de encerramento da jornada, no domingo, para cerca de 1, 2 milhão de pessoas.

Em frente ao palco, máquinas cobriam de pedras ontem o espaço do terreno que será de acesso exclusivo para as autoridades. As demais áreas, que são mais distantes e serão utilizadas pelos peregrinos, inclusive para o pernoite, são de terra. A organização do evento, no entanto, afirma que o piso de areia é uma questão de segurança, já que, em caso de manifestações ou tumultos, as pedras correriam o risco de serem utilizadas como armas.






quinta-feira, 27 de junho de 2013

Papa no Brasil



Confira agenda completa da Jornada Mundial da Juventude 2013
Evento acontece em julho, no Rio de Janeiro
A organização da Jornada Mundial da Juventude, megaevento católico que acontece entre os dias 22 e 28 de julho, no Rio de Janeiro, divulgou nesta quinta-feira todos os detalhes de sua extensa programação, que terá como principal ponto a primeira viagem internacional do novo líder da Igreja Católica, o papa Francisco.

No dia 24, dentre sua extensa agenda já divulgada, o Pontífice visitará o Santuário Nacional de Aparecida do Norte, no interior de São Paulo. A JMJ estará dividida entre Copacabana, com atos como a Via Sacra, toda ela realizada na praia mais famosa do Brasil, e a Missa de Envio, após a vigília, que ocorre em Guaratiba, no estremo oeste da cidade, no encerramento do evento em que a próxima cidade sede é divulgada para 2015. 


                                                                   Papa Francisco
 
São esperados dois milhões de peregrinos no Rio de Janeiro. Confira abaixo o passo a passo da Jornada Mundial da Juventude 2013, junto com as atrações:

Missa de abertura - 23/07
Ponto de partida da JMJ, a missa de abertura será o único evento que não contará com a presença do papa Francisco. A cerimônia será comandada pela arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta e ocorrerá na praia de Copacabana, na zona sul da capital fluminense.

Junto ao palco montado na areia da praia mais famosa do Brasil, a partir das 15h, DJ's católicos animarão o público, junto com a banda Missionário de Shalom, os cantores Suely Façanha, Davidson Silva, Cristiano Ribeiro, Ana Gabriela, Rodrigo Ferreira, dentre outras atrações.

Às 18h, Dom Orani recebe no palco a Cruz Peregrina, símbolo máximo do evento católico, além do ícone de Nossa Senhora. "É um momento de muita emoção para quem participa da Jornada", explicou o diretor artístico Maurício Tavares. Ambos os monumentos estão no Brasil desde 2011 e já passaram por cerca de 250 dioceses de todos os estados brasileiros. Os cantores, além do Coral Carioca JMJ, interpretarão a canção "Emanuel" no evento que deve se estender, aproximadamente, até às 23h.

Papa em Copacabana - 25/07
O papa Francisco chega ao Rio de Janeiro na segunda-feira, 22 de julho. Após ser recepcionado pelo prefeito Eduardo Paes, pelo governador Sérgio Cabral e pela presidente da República, Dilma Rousseff, o líder da igreja católica vai no dia 24/07 ao Santuário Nacional de Aparecida do Norte, no interior de São Paulo. Somente na quinta-feira é que ele integrará a agenda da JMJ.

Na Cerimônia de Acolhida, como o evento é chamado e que terá início às 14h com atrações musicais nacionais como a banda Rosa de Saron, e internacionais como Matt Mahhner, Judy Bailey, Tony Melendez, dentre outros, o papa Francisco será recebido por volta de 17h. O pontífice chegará de helicóptero até a o Forte de Copacabana e, no papa móvel, andará pela avenida Atlântica até o palco onde será recepcionado pelo arcebispo Dom Orani Tempesta. O padre Fábio de Mello cantará a música "Seja Bem-Vindo", de sua autoria.

A partir deste momento, uma série de apresentações culturais montadas especificamente para o papa será executadas no palco, como por exemplo, o Círio de Nazaré, interpretado na música tema pela cantora Fafá de Belém. "Estou emocionada de fazer parte disso, e venho da minha região trazendo o Círio de Nazaré, a maior manifestação de todas. O Brasil sairá outro a partir do dia 22 de julho", afirmou a cantora, que entrou ao vivo, via internet, na coletiva de apresentação dos detalhes envolvendo cada um dos dias da JMJ. Após discurso para o público, o líder católico permanece no palco até às 19h, quando sai de cena e se dirige, novamente de helicóptero, para a residência do Sumaré.

Via Sacra JMJ - 26/07
Um dos atos centrais da Jornada Mundial da Juventude 2013, a Via Sacra será composta por 14 estações, sendo 13 delas encenadas ao longo do canteiro central da avenida Atlântica, e a última, no palco central montado na areia da praia. O evento terá início às 14h, mas a interpretação do caminho de sofrimento de Jesus Cristo começa apenas por volta de 18h e terá 1h15, aproximadamente, de duração.  "A Via Sacra falará com os jovens, e mostraremos como a história desse caminho de sofrimento de Cristo dialoga hoje com as dificuldades do jovem contemporâneo", enfatizou o diretor artístico, Ravel Cabral. O elenco será composto por 300 pessoas, sendo que a atriz Cássia Kiss interpretará Maria.

Os atores Murilo Rosa e Eriberto Leão, que já interpretaram a Paixão de Cristo, também estarão envolvidos na encenação. "Não escolhemos uma pessoa específica para ser Jesus, é todo um corpo de cena", explicou o diretor geral da JMJ, Ulysses Cruz. As estações estarão espalhadas em locais específicos da praia de Copacabana, sempre com um momento para a reflexão dos peregrinos.  O Papa Francisco acompanhará tudo do palco, e presidirá toda a Via Sacra. O pontífice será recepcionado pela canção "Peregrino Incansável", na voz de Ziza Fernandes. Detalhe importante: toda a parte musical do dia será inspirada na obra de Beethoven, compositor preferido do líder católico.

Vigília - 27/07
De Copacabana, na nobre zona sul do Rio de Janeiro, direto para o extremo oeste da cidade, em Guaratiba, onde estará localizado o Campus Fidei, junção dos terrenos de duas fazendas da região onde foi montado o palco para o auge da JMJ. O evento tem início já às 12h30, com atrações como Adriana Arydes e a Banda Dominus.

Os shows serão intercalados por depoimentos de voluntários e peregrinos,
com histórias de vida e superação. As histórias de fé será acompanhadas, do palco, pelo papa Francisco, que fará um discurso para os jovens dentro do lema da vigília: "Ide e fazei discípulos entre todas as nações".

Mesmo após a saída do pontífice, em seu recolhimento, outros jovens brasileiros, com histórico de dependência química, prosseguirão com seus depoimentos de superação, além da performance da banda italiana Gen Rosso. Participarão deste ato artístico o ator Tony Ramos e o cantor Luan Santana - que não cantará músicas próprias, apenas integrará a manifestação espiritual. A previsão é o evento termine às 23h.

Missa de Envio - 28/07
Considerado o dia mais importante, a Missa de Envio não só marca o encerramento da JMJ, como também tem no discurso do papa Francisco, em sua primeira viagem ao exterior, como ponto forte de reflexão sobre todo o megaevento católico ocorrido.

Os jovens será despertados às 7h com o primeiro show, com músicas do Ministério Adoração e Vida. Antes do pronunciamento do pontífice, padres cantores animarão os jovens do mundo todo, como Padre Marcelo Rossi, Padre Reginaldo Manzotti, Padre Fábio de Mello, Padre Omar Raposo, dentre outros. As 10h, o papa Francisco dá início à Santa Missa. Às 12h, ele fará a oração do Angelus e fará o anúncio da próxima cidade que acolherá a próxima JMJ, em 2015.

Papa Francisco no Brasil
Com um público estimado em 1,5 milhão de pessoas, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013 ocorre entre os dias 23 e 28 de julho, no Rio de Janeiro. O evento, realizado a cada dois ou três anos, promove um encontro internacional de jovens católicos o Papa. A última edição da JMJ ocorreu em 2011, em Madri, na Espanha, e reuniu cerca de 2 milhões de pessoas, de mais de 190 países.

O evento marca também a primeira grande visita internacional do papa Francisco desde sua nomeação como líder máximo da Igreja Católica, em 13 de março desde ano. O Pontífice chega ao Rio de Janeiro na tarde do dia 22 de julho, com retorno a Roma previsto para o dia 28. Sua agenda no Brasil contempla a visita à comunidade de Varginha, no complexo de Manguinhos, na zona norte do Rio, e ao Hospital São Francisco de Assis. Além disso, terá um encontro com a sociedade no Theatro Municipal, no centro da cidade, e ao Santuário de Aparecida, em São Paulo. O ponto alto fica por conta de duas grandes celebrações na praia de Copacabana, na zona sul do Rio, nos dias 25 e 26.

Fonte: Portal Terra