Santa Elisabete Ana Bayley Seton
Fazia parte da Congregação das Irmãs de São José, com o objetivo de formar as crianças numa fé cristã e católica
Seja bem-vindo! Este Blog se propõe a divulgar o catolicismo segundo a Igreja Católica Apostólica Romana. Os editores do Blog, não estão autorizados a falar em nome da Igreja, não são Sacerdotes e nem donos da verdade. Buscam apenas ser humildes e anônimos missionários na Internet. É também um espaço para postagem de orações, comentários, opiniões. Defendemos a Igreja conservadora. Acreditamos em DEUS e entregamo-nos nos braços de MARIA. Que DEUS nos ilumine e proteja. AMÉM
Santo Agostinho Roscelli
Nasceu
na pequena cidade de Bergone di Casarza Ligure, Itália, no dia 27 de
julho de 1818. Durante sua infância, foi pastor de ovelhas. A sua
família, de poucos recursos, constituiu para ele um exemplo de fé e de
virtudes cristãs.
Aos
dezessete anos, decidiu ser padre, entusiasmado por Antonio Maria
Gianelli, arcebispo de Chiavari, que se dedicava exclusivamente à
pregação aos camponeses, e hoje está inscrito no livro dos santos. Em
1835, Agostinho foi para Gênova, onde estudou enfrentando sérias
dificuldades financeiras, mas sempre ajudado pela sua força de vontade,
oração intensa e o auxílio de pessoas de boa vontade.
É ordenado
sacerdote em 1846, e enviado para a cidade de São Martino d´Alboro como
padre auxiliar. Inicia o seu humilde apostolado a serviço de Deus,
dedicando-se com zelo, caridade e exemplo ao crescimento espiritual e ao
ministério da confissão.
Agostinho é homem de diálogo no
confessionário da igreja genovesa da Consolação, sendo muito procurado,
ouvido e solicitado pela população. Sua fama de bom conselheiro corre
entre os fiéis, o que faz chegar gente de todas as condições sociais em
busca de sua ajuda. Ele passa a conhecer a verdadeira realidade do
submundo.
Desde o início, identifica-se nele um exemplo de
sacerdote santo, que encarna a figura do "pastor", do educador na fé, do
ministro da Palavra e do orientador espiritual, sempre pronto a doar-se
na obediência, humildade, silêncio, sacrifício e seguimento dócil e
abnegado de Jesus Cristo. Nele, a ação divina, a obra humana e a
contemplação fundem-se numa admirável unidade de vida de apostolado e
oração.
Em 1872, alarga o campo do seu apostolado,
interessando-se não só pelas misérias e pobrezas morais da cidade, e
pelos jovens, mas também pelos prisioneiros dos cárceres, a quem leva,
com afeto, o conforto e a misericórdia do Senhor. Dois anos mais tarde,
passa a dedicar-se também aos recém-nascidos, em favor das mães
solteiras, vítimas de relações enganosas, dando-lhes assistência moral e
material, inserindo-as no mundo do trabalho honesto.
Com a ajuda
de algumas catequistas, padre Agostinho passa à ação. Nasce um grupo de
voluntárias, e acolhem os primeiros jovens em dificuldades, para
libertá-los do analfabetismo, dando-lhes orientação moral, religiosa e,
também, uma profissão. E a obra cresce, exatamente porque responde bem à
forte demanda social e religiosa do povo.
Em 1876, dessa obra
funda a congregação das Irmãs da Imaculada, indicando-lhes o caminho da
santidade em Maria, modelo da vida consagrada. Após o início difícil e
incerto, a congregação se consolida e se difunde em toda a Itália e em
quase todos os continentes.
A vida terrena do "sacerdote pobre",
como lhe costumam chamar, chega ao fim no dia 7 de maio de 1902. O papa
João Paulo II proclama santo Agostinho Roscelli em 2001.
Santo Agostinho Roscelli
Nasceu
na pequena cidade de Bergone di Casarza Ligure, Itália, no dia 27 de
julho de 1818. Durante sua infância, foi pastor de ovelhas. A sua
família, de poucos recursos, constituiu para ele um exemplo de fé e de
virtudes cristãs.
Aos
dezessete anos, decidiu ser padre, entusiasmado por Antonio Maria
Gianelli, arcebispo de Chiavari, que se dedicava exclusivamente à
pregação aos camponeses, e hoje está inscrito no livro dos santos. Em
1835, Agostinho foi para Gênova, onde estudou enfrentando sérias
dificuldades financeiras, mas sempre ajudado pela sua força de vontade,
oração intensa e o auxílio de pessoas de boa vontade.
É ordenado
sacerdote em 1846, e enviado para a cidade de São Martino d´Alboro como
padre auxiliar. Inicia o seu humilde apostolado a serviço de Deus,
dedicando-se com zelo, caridade e exemplo ao crescimento espiritual e ao
ministério da confissão.
Agostinho é homem de diálogo no
confessionário da igreja genovesa da Consolação, sendo muito procurado,
ouvido e solicitado pela população. Sua fama de bom conselheiro corre
entre os fiéis, o que faz chegar gente de todas as condições sociais em
busca de sua ajuda. Ele passa a conhecer a verdadeira realidade do
submundo.
Desde o início, identifica-se nele um exemplo de
sacerdote santo, que encarna a figura do "pastor", do educador na fé, do
ministro da Palavra e do orientador espiritual, sempre pronto a doar-se
na obediência, humildade, silêncio, sacrifício e seguimento dócil e
abnegado de Jesus Cristo. Nele, a ação divina, a obra humana e a
contemplação fundem-se numa admirável unidade de vida de apostolado e
oração.
Em 1872, alarga o campo do seu apostolado,
interessando-se não só pelas misérias e pobrezas morais da cidade, e
pelos jovens, mas também pelos prisioneiros dos cárceres, a quem leva,
com afeto, o conforto e a misericórdia do Senhor. Dois anos mais tarde,
passa a dedicar-se também aos recém-nascidos, em favor das mães
solteiras, vítimas de relações enganosas, dando-lhes assistência moral e
material, inserindo-as no mundo do trabalho honesto.
Com a ajuda
de algumas catequistas, padre Agostinho passa à ação. Nasce um grupo de
voluntárias, e acolhem os primeiros jovens em dificuldades, para
libertá-los do analfabetismo, dando-lhes orientação moral, religiosa e,
também, uma profissão. E a obra cresce, exatamente porque responde bem à
forte demanda social e religiosa do povo.
Em 1876, dessa obra
funda a congregação das Irmãs da Imaculada, indicando-lhes o caminho da
santidade em Maria, modelo da vida consagrada. Após o início difícil e
incerto, a congregação se consolida e se difunde em toda a Itália e em
quase todos os continentes.
A vida terrena do "sacerdote pobre",
como lhe costumam chamar, chega ao fim no dia 7 de maio de 1902. O papa
João Paulo II proclama santo Agostinho Roscelli em 2001.
Santo Agostinho Roscelli
Nasceu
na pequena cidade de Bergone di Casarza Ligure, Itália, no dia 27 de
julho de 1818. Durante sua infância, foi pastor de ovelhas. A sua
família, de poucos recursos, constituiu para ele um exemplo de fé e de
virtudes cristãs.
Aos
dezessete anos, decidiu ser padre, entusiasmado por Antonio Maria
Gianelli, arcebispo de Chiavari, que se dedicava exclusivamente à
pregação aos camponeses, e hoje está inscrito no livro dos santos. Em
1835, Agostinho foi para Gênova, onde estudou enfrentando sérias
dificuldades financeiras, mas sempre ajudado pela sua força de vontade,
oração intensa e o auxílio de pessoas de boa vontade.
É ordenado
sacerdote em 1846, e enviado para a cidade de São Martino d´Alboro como
padre auxiliar. Inicia o seu humilde apostolado a serviço de Deus,
dedicando-se com zelo, caridade e exemplo ao crescimento espiritual e ao
ministério da confissão.
Agostinho é homem de diálogo no
confessionário da igreja genovesa da Consolação, sendo muito procurado,
ouvido e solicitado pela população. Sua fama de bom conselheiro corre
entre os fiéis, o que faz chegar gente de todas as condições sociais em
busca de sua ajuda. Ele passa a conhecer a verdadeira realidade do
submundo.
Desde o início, identifica-se nele um exemplo de
sacerdote santo, que encarna a figura do "pastor", do educador na fé, do
ministro da Palavra e do orientador espiritual, sempre pronto a doar-se
na obediência, humildade, silêncio, sacrifício e seguimento dócil e
abnegado de Jesus Cristo. Nele, a ação divina, a obra humana e a
contemplação fundem-se numa admirável unidade de vida de apostolado e
oração.
Em 1872, alarga o campo do seu apostolado,
interessando-se não só pelas misérias e pobrezas morais da cidade, e
pelos jovens, mas também pelos prisioneiros dos cárceres, a quem leva,
com afeto, o conforto e a misericórdia do Senhor. Dois anos mais tarde,
passa a dedicar-se também aos recém-nascidos, em favor das mães
solteiras, vítimas de relações enganosas, dando-lhes assistência moral e
material, inserindo-as no mundo do trabalho honesto.
Com a ajuda
de algumas catequistas, padre Agostinho passa à ação. Nasce um grupo de
voluntárias, e acolhem os primeiros jovens em dificuldades, para
libertá-los do analfabetismo, dando-lhes orientação moral, religiosa e,
também, uma profissão. E a obra cresce, exatamente porque responde bem à
forte demanda social e religiosa do povo.
Em 1876, dessa obra
funda a congregação das Irmãs da Imaculada, indicando-lhes o caminho da
santidade em Maria, modelo da vida consagrada. Após o início difícil e
incerto, a congregação se consolida e se difunde em toda a Itália e em
quase todos os continentes.
A vida terrena do "sacerdote pobre",
como lhe costumam chamar, chega ao fim no dia 7 de maio de 1902. O papa
João Paulo II proclama santo Agostinho Roscelli em 2001.