Santa Elisabete Ana Bayley Seton
Fazia parte da Congregação das Irmãs de São José, com o objetivo de formar as crianças numa fé cristã e católica
Seja bem-vindo! Este Blog se propõe a divulgar o catolicismo segundo a Igreja Católica Apostólica Romana. Os editores do Blog, não estão autorizados a falar em nome da Igreja, não são Sacerdotes e nem donos da verdade. Buscam apenas ser humildes e anônimos missionários na Internet. É também um espaço para postagem de orações, comentários, opiniões. Defendemos a Igreja conservadora. Acreditamos em DEUS e entregamo-nos nos braços de MARIA. Que DEUS nos ilumine e proteja. AMÉM
Oliver
Plunkett, irlandês, nasceu no ano de 1625, em Loughcrew, numa família
de nobres. Ele queria ser padre, mas para realizar sua vocação estudou
particularmente e na clandestinidade. Devido à perseguição religiosa
empreendida contra os católicos, seus pais o enviaram para completar o
seminário em Roma, onde recebeu a ordenação em 1654.
A ilha
irlandesa pertence à Coroa inglesa e possuía maioria católica. Mas como
havia rompido com a Igreja de Roma, o exército real inglês, liderado por
Cromwel, assumiu o poder para conseguir a unificação política da
Inglaterra, Escócia e Irlanda. Obcecado pelo projeto, mandara até mesmo
assassinar o rei Carlos I. E na Irlanda não fez por menos, todos os
religiosos, sem exceção, foram mortos, além de leigos, militares e
políticos; enfim, todos os que fossem católicos. Por isso o então padre
Plunkett ficou em Roma exercendo o ministério como professor de
teologia.
Em 1669, o bispo da Irlanda, que estava exilado na
Itália, morreu. Para sucedê-lo, o papa Clemente IX consagrou o padre
Oliver Plunkett, que retornou para a Irlanda viajando como clandestino.
Dotado de carisma, diplomacia, inteligência, serenidade e de uma fé
inabalável, assumiu o seu rebanho com o intuito de reanimar-lhes a fé.
Junto às autoridades ele conseguiu amenizar os rigores impostos aos
católicos.
Porém Titus Oates, que fora anglicano e depois
conseguiu tornar-se jesuíta, ingressando num colégio espanhol, traiu a
Igreja romana. Ele, para usufruir os benefícios da Coroa inglesa,
apresentou uma lista de eclesiásticos e leigos afirmando que tentariam
depor o rei Carlos II. Nessa relação estava o bispo Plunkett, que foi
condenado à morte por decapitação pública.
A execução ocorreu em
Londres, no dia 1o de julho de 1681. Antes, porém, ele fez um discurso
digno de um santo e mártir. Segundo registros da época, o seu heroísmo
na hora do martírio, somado ao seu discurso, contribuiu para a glória da
Igreja de Roma mais do que muitos anos do mais edificante apostolado.
O
seu culto foi confirmado no dia 1o de julho ao ser beatificado em 1920.
Canonizado pelo papa Paulo VI em 1975, santo Oliver Plunkett possui
duas sepulturas. O seu corpo esta na Abadia de Downside, em Londres,
enquanto sua cabeça esta na Abadia de Drogheda, na Irlanda. Ele foi o
último católico condenado à morte na Inglaterra em razão de sua fé.
Santo Oliver Plunkett, rogai por nós!
Santo Agostinho da Cantuária
Um
século após são Patrício ter convertido os irlandeses ao catolicismo, a
atuação de Agostinho foi tão importante para a Inglaterra que modificou
as estruturas da região da mesma forma que seu antecessor o fizera. No
final do século VI, o cristianismo já tinha chegado à poderosa ilha
havia dois séculos, mas a invasão dos bárbaros saxões da Alemanha
atrasou sua propagação e quase destruiu totalmente o que fora
implantado.
Pouco se sabe a respeito da vida de Agostinho antes
de ser enviado à Grã-Bretanha. Ele nasceu em Roma, Itália. Era um monge
beneditino do mosteiro de Santo André, fundado pelo papa Gregório Magno
naquela cidade. E foi justamente esse célebre papa que ordenou o envio
de missionários às ilhas britânicas.
Em 597, para lá partiram
quarenta monges, todos beneditinos, sob a direção do monge Agostinho.
Mas antes ele quis viajar à França, onde se inteirou das dificuldades
que a missão poderia encontrar, pedindo informações aos vários bispos
que evangelizaram nas ilhas e agora se encontravam naquela região da
Europa. Todos desaconselharam a continuidade da missão. Mas, tendo
recebido do papa Gregório Magno a informação de que a época era propícia
apesar dos perigos, pois o rei de Kent, Etelberto, havia desposado a
princesa católica Berta, filha do rei de Paris, ele resolveu,
corajosamente, enfrentar os riscos.
A chegada foi triunfante.
Assim que desembarcaram, os monges seguiram em procissão ao castelo do
rei, tendo a cruz à sua frente e entoando pausadamente cânticos
sagrados. Agostinho, com a ajuda de um intérprete, colocou ao rei as
verdades cristãs e pediu permissão para pregá-las em seus domínios.
Impressionado com a coragem e a sinceridade do religioso, o rei, apesar
de todas as expectativas em contrário, deu a permissão imediatamente.
No
Natal de 597, mais de dez mil pessoas já tinham recebido o batismo.
Entre elas, toda a nobreza da corte, precedida pelo próprio rei
Etelberto. Com esse resultado surpreendente, Agostinho foi nomeado
arcebispo da Cantuária, primeira diocese fundada por ele.
A
notícia chegou ao papa Gregório Magno, que, com alegria, enviou mais
missionários à Inglaterra. Assim, Agostinho prosseguiu e ampliou o
trabalho de evangelização, fundando as dioceses de Londres e de
Rochester. Não conseguiu a conversão de toda a ilha porque a Inglaterra
era dividida entre vários reinos rivais, mas as sementes que plantou se
desenvolveram no decorrer dos séculos.
Agostinho morreu no dia
25 de maio de 604, sendo sepultado na igreja da Cantuária, que hoje
recebe o seu nome e ainda guarda suas relíquias. O Martirológio Romano
indica a festa litúrgica de santo Agostinho da Cantuária no dia 27 de
maio.
A minha oração
“Meu Senhor Deus, muito antes de se tornar missionário e conhecido, Santo Agostinho esteve em uma intensa e profunda intimidade com o Senhor; assim que logo iniciou sua missão, obteve os frutos de conversão e santificação. A Ti, Senhor, peço a mesma graça: ter uma vida interior tão íntima a Ti, que transborde em obras de santificação e de salvação a mim e ao povo que o Senhor me confiar. Assim seja!”
Santo Agostinho da Cantuária, rogai por nós!
São Máximo
Homem
forte, de oração, e responsável no zelo pastoral, São Máximo,
pertencente ao clero, já sabia com coragem e sabedoria enfrentar todos
os perseguidores romanos. Aconteceu que no seu tempo, começou uma grande
perseguição aos cristãos, por isso como modelo e pastor do rebanho foi
perseguido, preso, processado e torturado, a ponto de arrancarem-lhe o
olho direito e mutilarem-lhe o pé esquerdo, mas nada disso o fez recuar
na fé e na fidelidade a Cristo e à Sua Igreja.
Depois
da perseguição voltou para Jerusalém e fora aclamado bispo. Desta
forma, São Máximo deu seu “máximo” para viver o Evangelho mesmo diante
da arrogância dos governantes e hereges que sempre queriam atrapalhar a
vida de Igreja de Cristo que é Santa, Una, Católica, Apostólica em suas
notas e perseguida em sua história peregrina.
São Máximo, rogai por nós!
Santa Jacinta de Marescotti
O pai de Martinha era um homem público, eleito três vezes cônsul de
Roma. Ele pertencia a nobreza, era muito rico e cristão. Quando a menina
nasceu, no começo do século III, o acontecimento foi amplamente
divulgado na corte, entre o povo e pelos cristãos, pois a pequena logo
foi batizada.
Martinha cresceu em meio à essa popularidade, muito caridosa, alegre e
uma devota fiel ao amor de Jesus Cristo. Com a morte de seu pai a jovem
recebeu de herança duas fortunas: uma material, composta de bens
valiosos e a outra espiritual, pois foi educada dentro dos preceitos do
cristianismo. A primeira, ela dividiu com os necessitados assim que
tomou posse da herança. A segunda, foi empregada com humildade e
disciplina, na sua rotina diária de diácona da Igreja, na sua cidade
natal.
Desde o ano 222, o imperador romano era Alexandre Severo, que expediu um
decreto mandando prender os cristãos para serem julgados e no caso de
condenação seriam executados. Chamado para julgar o primeiro grupo de
presos acusados de praticar o cristianismo, o imperador se surpreendeu
ao ver que Martinha estava entre eles e tentou afastá-la dos seus irmãos
em Cristo. Mas ela reafirmou sua posição de católica e exigiu ter o
mesmo fim dos companheiros. A partir deste momento começaram os
sucessivos fatos prodigiosos que culminaram com um grande tremor de
terra.
Primeiro, Alexandre mandou que fosse açoitada. Mas a pureza e a força
com que rezou, ao se entregar à execução, comoveram seus carrascos e
muitos foram tocados pela fé. Tanto que, ninguém teve coragem de
flagelar a jovem. O imperador mandou então que ela fosse jogada às
feras, mas os leões não a atacaram. Condenada à fogueira, as chamas não a
queimaram. Martinha foi então decapitada. No exato instante de sua a
execução a tradição narra que um forte terremoto sacudiu toda cidade de
Roma.
O relato do seu testemunho correu rápido por todas as regiões do
Império, que logo atribuiu à santidade de Martinha, todos os prodígios
ocorridos durante a sua tortura assim como o terremoto, ocasionando um
cem número de conversões.
No século IV, o papa Honório mandou erguer a conhecida igreja do Foro,
em Roma, para ser dedicada à ela, dando novo impulso ao seu culto por
mais quatrocentos anos. Depois, as relíquias de Santa Martinha ficaram
soterradas e sua celebração um pouco abandonada, durante um certo
período obscuro vivido pelo Cristianismo.
Passados mais quinhentos anos, ou melhor catorze séculos após seu
martírio, quando era papa, o dinâmico Urbano VIII, muito empenhado na
grande contra-reforma católica e disposto a conduzir o projeto de
reconstrução das igrejas. Começou pela igreja do Foro, onde as relíquias
de Santa Martinha foram reencontradas. Nesta ocasião, proclamou Santa
Martinha padroeira dos romanos e ainda compôs hinos em louvor à ela,
inspirado na vida imaculada, da caridade exemplar e do seu corajoso
testemunho a Cristo.
Minha oração
“Por teu exemplo de desapego e pobreza, nos conduza a colocar Deus em primeiro lugar na nossa vida. Que vivamos buscando o essencial ao invés das riquezas desse mundo. Rogai para os mais favorecidos que tenham a generosidade de partilhar os seus bens e ajudar o próximo que mais sofre. Amém.”
Santa Martinha, rogai por nós!
Santa Jacinta de Marescotti
O pai de Martinha era um homem público, eleito três vezes cônsul de
Roma. Ele pertencia a nobreza, era muito rico e cristão. Quando a menina
nasceu, no começo do século III, o acontecimento foi amplamente
divulgado na corte, entre o povo e pelos cristãos, pois a pequena logo
foi batizada.
Martinha cresceu em meio à essa popularidade, muito caridosa, alegre e
uma devota fiel ao amor de Jesus Cristo. Com a morte de seu pai a jovem
recebeu de herança duas fortunas: uma material, composta de bens
valiosos e a outra espiritual, pois foi educada dentro dos preceitos do
cristianismo. A primeira, ela dividiu com os necessitados assim que
tomou posse da herança. A segunda, foi empregada com humildade e
disciplina, na sua rotina diária de diácona da Igreja, na sua cidade
natal.
Desde o ano 222, o imperador romano era Alexandre Severo, que expediu um
decreto mandando prender os cristãos para serem julgados e no caso de
condenação seriam executados. Chamado para julgar o primeiro grupo de
presos acusados de praticar o cristianismo, o imperador se surpreendeu
ao ver que Martinha estava entre eles e tentou afastá-la dos seus irmãos
em Cristo. Mas ela reafirmou sua posição de católica e exigiu ter o
mesmo fim dos companheiros. A partir deste momento começaram os
sucessivos fatos prodigiosos que culminaram com um grande tremor de
terra.
Primeiro, Alexandre mandou que fosse açoitada. Mas a pureza e a força
com que rezou, ao se entregar à execução, comoveram seus carrascos e
muitos foram tocados pela fé. Tanto que, ninguém teve coragem de
flagelar a jovem. O imperador mandou então que ela fosse jogada às
feras, mas os leões não a atacaram. Condenada à fogueira, as chamas não a
queimaram. Martinha foi então decapitada. No exato instante de sua a
execução a tradição narra que um forte terremoto sacudiu toda cidade de
Roma.
O relato do seu testemunho correu rápido por todas as regiões do
Império, que logo atribuiu à santidade de Martinha, todos os prodígios
ocorridos durante a sua tortura assim como o terremoto, ocasionando um
cem número de conversões.
No século IV, o papa Honório mandou erguer a conhecida igreja do Foro,
em Roma, para ser dedicada à ela, dando novo impulso ao seu culto por
mais quatrocentos anos. Depois, as relíquias de Santa Martinha ficaram
soterradas e sua celebração um pouco abandonada, durante um certo
período obscuro vivido pelo Cristianismo.
Passados mais quinhentos anos, ou melhor catorze séculos após seu
martírio, quando era papa, o dinâmico Urbano VIII, muito empenhado na
grande contra-reforma católica e disposto a conduzir o projeto de
reconstrução das igrejas. Começou pela igreja do Foro, onde as relíquias
de Santa Martinha foram reencontradas. Nesta ocasião, proclamou Santa
Martinha padroeira dos romanos e ainda compôs hinos em louvor à ela,
inspirado na vida imaculada, da caridade exemplar e do seu corajoso
testemunho a Cristo.
Santa Martinha, rogai por nós!
Santa Jacinta de Marescotti
O pai de Martinha era um homem público, eleito três vezes cônsul de
Roma. Ele pertencia a nobreza, era muito rico e cristão. Quando a menina
nasceu, no começo do século III, o acontecimento foi amplamente
divulgado na corte, entre o povo e pelos cristãos, pois a pequena logo
foi batizada.
Martinha cresceu em meio à essa popularidade, muito caridosa, alegre e
uma devota fiel ao amor de Jesus Cristo. Com a morte de seu pai a jovem
recebeu de herança duas fortunas: uma material, composta de bens
valiosos e a outra espiritual, pois foi educada dentro dos preceitos do
cristianismo. A primeira, ela dividiu com os necessitados assim que
tomou posse da herança. A segunda, foi empregada com humildade e
disciplina, na sua rotina diária de diácona da Igreja, na sua cidade
natal.
Desde o ano 222, o imperador romano era Alexandre Severo, que expediu um
decreto mandando prender os cristãos para serem julgados e no caso de
condenação seriam executados. Chamado para julgar o primeiro grupo de
presos acusados de praticar o cristianismo, o imperador se surpreendeu
ao ver que Martinha estava entre eles e tentou afastá-la dos seus irmãos
em Cristo. Mas ela reafirmou sua posição de católica e exigiu ter o
mesmo fim dos companheiros. A partir deste momento começaram os
sucessivos fatos prodigiosos que culminaram com um grande tremor de
terra.
Primeiro, Alexandre mandou que fosse açoitada. Mas a pureza e a força
com que rezou, ao se entregar à execução, comoveram seus carrascos e
muitos foram tocados pela fé. Tanto que, ninguém teve coragem de
flagelar a jovem. O imperador mandou então que ela fosse jogada às
feras, mas os leões não a atacaram. Condenada à fogueira, as chamas não a
queimaram. Martinha foi então decapitada. No exato instante de sua a
execução a tradição narra que um forte terremoto sacudiu toda cidade de
Roma.
O relato do seu testemunho correu rápido por todas as regiões do
Império, que logo atribuiu à santidade de Martinha, todos os prodígios
ocorridos durante a sua tortura assim como o terremoto, ocasionando um
cem número de conversões.
No século IV, o papa Honório mandou erguer a conhecida igreja do Foro,
em Roma, para ser dedicada à ela, dando novo impulso ao seu culto por
mais quatrocentos anos. Depois, as relíquias de Santa Martinha ficaram
soterradas e sua celebração um pouco abandonada, durante um certo
período obscuro vivido pelo Cristianismo.
Passados mais quinhentos anos, ou melhor catorze séculos após seu
martírio, quando era papa, o dinâmico Urbano VIII, muito empenhado na
grande contra-reforma católica e disposto a conduzir o projeto de
reconstrução das igrejas. Começou pela igreja do Foro, onde as relíquias
de Santa Martinha foram reencontradas. Nesta ocasião, proclamou Santa
Martinha padroeira dos romanos e ainda compôs hinos em louvor à ela,
inspirado na vida imaculada, da caridade exemplar e do seu corajoso
testemunho a Cristo.
Santa Martinha, rogai por nós!