Blog Brasil Católico Total NO TWITTER

Blog Brasil Católico Total NO  TWITTER
SIGA-NOS NO TWITTER

Você é o Visitante nº desde 3 janeiro 2014

Flag Counter

Seguidores = VOCÊS são um dos motivos para continuarmos nosso humilde trabalho de Evangelização

Mostrando postagens com marcador enfermidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador enfermidade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de maio de 2023

Santo do Dia - 15 de maio

 

Santo Isidoro, o Lavrador, conhecido como padroeiro dos camponeses e agricultores

Santo Isidoro

 Santo Isidoro era um homem fiel, de perdão, que numa tremenda enfermidade não se revoltou

O santo de hoje nasceu em Madri (Espanha), no ano de 1070.
Ele era lavrador, um camponês. Vocacionado ao matrimônio casou-se com Maria Turíbia e tiveram um filho, o qual perderam ainda cedo.

Vida difícil e sacrificante, Isidoro santificou-se ao aprender a mística de aceitar e oferecer a Deus suas dores. Participava diariamente da Santa Missa e trabalhava para um patrão injusto e impaciente.

Santo Isidro: um homem fiel, de perdão, que numa tremenda enfermidade não se revoltou. Consumiu-se por amor a Deus. Morreu no ano de 1130, em Madri, sendo enterrado sem nenhuma distinção.

Santo Isidoro, rogai por nós!


São Silvano

 A história deste santo liga-se à de são Pacômio — duas vidas paralelas com um preâmbulo na vida civil. Pacômio fora alistado à força no exército imperial e acabou na prisão por indisciplina. 

Foi reconfortado às escondidas por alguns cristãos, e esse gesto de altruísmo levou-o a conhecer a religião destes. A seqüência é conhecida.Silvano, um de seus contemporâneos, escapara ao alistamento forçado subindo ao palco dos teatros populares para alegrar as noites dos soldados. O encontro com os cristãos foi casual, mas determinou uma importante mudança de rumo em sua vida.

Abandonou o teatro e dirigiu-se a Tabennesis, impelido (como tantos outros jovens) pela fama de santidade do abade Pacômio, um pai que não poupava rudes castigos a seus filhos.


Após vinte anos transcorridos no fervor da vida de comunidade, Silvano caiu numa profunda crise e começou a transgredir as rigorosas regras impostas pelo abade. Visto ter-se revelado inútil a medicina suave, Pacômio lançou logo contra ele a excomunhão.


A drástica medida disciplinar teve salutar efeito. Silvano curvou a cerviz: não se deixou exasperar pela exclusão, mas, refletindo consigo mesmo, nele se operou uma segunda conversão. E, desta feita, caminhou para a perfeição, recebendo como prêmio a coroa da santidade, graças à qual pôde confraternizar na glória com o severo abade. 


São Silvano, rogai por nós!


quarta-feira, 15 de maio de 2019

Santo do dia - 15 de maio

Santo Isidro

 Santo Isidro era um homem fiel, de perdão, que numa tremenda enfermidade não se revoltou

O santo de hoje nasceu em Madri (Espanha), no ano de 1070.
Ele era lavrador, um camponês. Vocacionado ao matrimônio casou-se com Maria Turíbia e tiveram um filho, o qual perderam ainda cedo.

Vida difícil e sacrificante, Isidoro santificou-se ao aprender a mística de aceitar e oferecer a Deus suas dores. Participava diariamente da Santa Missa e trabalhava para um patrão injusto e impaciente.

Santo Isidro: um homem fiel, de perdão, que numa tremenda enfermidade não se revoltou. Consumiu-se por amor a Deus. Morreu no ano de 1130, em Madri, sendo enterrado sem nenhuma distinção.

Santo Isidro, rogai por nós!


São Silvano
 A história deste santo liga-se à de são Pacômio — duas vidas paralelas com um preâmbulo na vida civil. Pacômio fora alistado à força no exército imperial e acabou na prisão por indisciplina. 

Foi reconfortado às escondidas por alguns cristãos, e esse gesto de altruísmo levou-o a conhecer a religião destes. A seqüência é conhecida.Silvano, um de seus contemporâneos, escapara ao alistamento forçado subindo ao palco dos teatros populares para alegrar as noites dos soldados. O encontro com os cristãos foi casual, mas determinou uma importante mudança de rumo em sua vida.

Abandonou o teatro e dirigiu-se a Tabennesis, impelido (como tantos outros jovens) pela fama de santidade do abade Pacômio, um pai que não poupava rudes castigos a seus filhos.


Após vinte anos transcorridos no fervor da vida de comunidade, Silvano caiu numa profunda crise e começou a transgredir as rigorosas regras impostas pelo abade. Visto ter-se revelado inútil a medicina suave, Pacômio lançou logo contra ele a excomunhão.


A drástica medida disciplinar teve salutar efeito. Silvano curvou a cerviz: não se deixou exasperar pela exclusão, mas, refletindo consigo mesmo, nele se operou uma segunda conversão. E, desta feita, caminhou para a perfeição, recebendo como prêmio a coroa da santidade, graças à qual pôde confraternizar na glória com o severo abade. 


São Silvano, rogai por nós!

domingo, 14 de abril de 2019

Santo do dias - 14 de abril

Santa Liduína (Lidvina)
 Padroeira dos doentes incuráveis

 Lidvina ou Liduína, como costuma ser chamada por nós, nasceu em Schiedan, Holanda, em 1380, numa família humilde e caridosa. Ainda criança, recolhia alimentos e roupas para os pobres e doentes abandonados. Até os quinze anos, Liduína era uma menina como todas as demais. Porém, no inverno daquele ano, sua vida mudou completamente. Com um grupo de amigos foi patinar no gelo e, em plena descida da montanha, um deles se chocou violentamente contra ela. Estava quase morta com a coluna vertebral partida e com lesões internas. Imediatamente, foi levada para casa e colocada sobre a cama, de onde nunca mais saiu, até morrer.

Depois do trágico acidente, apareceram complicações e outras doenças, numa seqüência muito rápida. Apesar dos esforços, os médicos declararam que sua enfermidade não tinha cura e que o tratamento seria inútil, só empobrecendo ainda mais a família.

Os anos se passavam e Liduína não melhorava, nem morria. Ficou a um passo do desespero total, quando chegou em seu socorro o padre João Pot, pároco da igreja. Com conversas serenas, o sacerdote recordou a ela que: "Deus só poda a árvore que mais gosta, para que produza mais frutos; e aos filhos que mais ama, mais os deixa sofrer". E pendurou na frente da sua cama um crucifixo. Pediu que olhasse para ele e refletisse: se Jesus sofreu tanto, foi porque o sofrimento leva à glória da vida eterna.

Liduína entendeu que sua situação não foi uma fatalidade sem sentido, ao contrário, foi uma benção dada pelo Senhor. Do seu leito, podia colaborar com a redenção, ofertando seu martírio para a salvação das almas. E disse ao padre que gostaria de receber um sinal que confirmasse ser esse o seu caminho. E ela o obteve, naquela mesma hora. Na sua fronte apareceu uma resplandecente hóstia eucarística, vista por todos, inclusive pelo padre Pot.

A partir daquele momento, Liduína nunca mais pediu que Deus lhe aliviasse os sofrimentos; pedia, sim, que lhe desse amor para sofrer pela conversão dos pecadores e pela salvação das almas. Do seu leito de enferma ela recebeu de Deus o dom da profecia e da cura pela oração aos enfermos. Após doze anos de enfermidade, também começou a ter êxtases espirituais, recebendo mensagens de Deus e da Virgem Maria.

Em 1421, as autoridades civis publicaram um documento atestando que nos últimos sete anos Liduína só se alimentava da sagrada eucaristia e das orações. Sua enfermidade a impossibilitava de comer e de beber, e nada podia explicar tal prodígio. Nos últimos sete meses de vida, seu sofrimento foi terrível. Ficou reduzida a uma sombra e uma voz que rezava incessantemente. No dia 14 de abril de 1433, após a Páscoa, Liduína morreu serena e em paz. Ao padre e ao médico que a assistiam, pediu que fizessem de sua casa um hospital para os pobres com doenças incuráveis. E assim foi feito.

Em 1890, o papa Leão XII elevou santa Liduína ao altar e autorizou o seu culto para o dia da sua morte. A igreja de Schiedan, construída em sua homenagem, tornou-se um santuário, muito procurado pelos devotos que a consideram padroeira dos doentes incuráveis. 


Santa Liduína, rogai por nós!


sexta-feira, 22 de junho de 2018

ORAÇÃO - EU TE OFEREÇO - ORAÇÃO - COM OS IRMÃOS ENFERMOS

ORAÇÃO - EU TE OFEREÇO




Coração Divino de Jesus,

Eu Te ofereço, por meio

Do Coração Imaculado de Maria,

Mãe da Igreja,

Em união ao sacrifício Eucarístico,

A oração e ações,

As alegrias e os sofrimentos

Deste dia:

Em reparação dos pecados,

Peça salvação de todos os homens,

Na graça do Espírito Santo,

Para a glória do Divino Pai.

 

Pela manhã

Senhor,

Começa um novo dia,

E eu me encontro, todavia, enfermo

Entre as quatro paredes.

 

Quando estava bem não soube apreciar

A alegria de levantar-me valsando, com um pulo da cama

E de abrir a janela

Para entrar a luz uma torrente

No meu quarto.

 

Não apreciava a felicidade

De oferecer-Te, de joelhos,

O meu corpo desperto, os meus olhos,

Os meus braços, os meus pés,

Todos os meus músculos,

E preparar-me

Para uma nova jornada de trabalho.

 

Foi necessária esta doença,

Ó Senhor,

Para que eu percebesse como a saúde

É um dom de Tua bondade,

E que eu não sabia agradecer-Te.

 

Por reparação da indiferença de antes

Te ofereço o meu corpo imobilizado,

A minha cabeça banhada

Pelo suor da febre,

As minhas mãos inoperantes,

As minhas horas de insônia,

Neste longo dia que me espera.

Desejo unir o meu sofrimento

Ao Teu por esta intenção (diga as intenções).

 

Te ofereço a alegria que trarão

As visitas que espero receber.

Te ofereço todas as atenções

Dispensadas a mim,

E de quaisquer males que se vejam privados.

 

Te ofereço também os momentos

Nos quais tive a impressão

De estar abandonado,

E aqueles nos quais, por indiferença,

Ninguém veio até mim:

Age, Senhor, para que eu possa me sentir

Feliz somente Contigo.

Concede-me nesta jornada.

A força de aceitar sorrindo

A prova do sofrimento

Sem revoltar-me.

 

Faça, senhor Jesus, que eu seja um enfermo disposto a

Aceitar a cura,

Que dê bom exemplo pela minha paciência e pela minha

Tranqüilidade,

Nos momentos em que necessito dos cuidados de outros.

 

Que eu possa demonstrar, sinceramente,

O meu reconhecimento.

Que deste modo, eu possa dar um bom testemunho,

Como teu discípulo, também diante da dor.

 
 

ORAÇÃO - COM OS IRMÃOS ENFERMOS




 

Senhor Jesus, meu amigo,

Desejo não pensar somente em mim,

Nas minhas dores e nas minhas enfermidades,

Mas sim no mundo inteiro,

Em todos aqueles que hoje,

Como eu,

De um modo ou de outro,

Sofrem por causa de qualquer enfermidade:

Por suas próprias conseqüências ou as tenham hospedadas,

Na solidão ou em companhia,

Que com a força da fé

Vençam as fraquezas na presença de Deus.

 

Senhor, hoje desejo pedir por eles.

Desejo que somente agora,

Com a Tua amizade, comece a esculpir a misteriosa união

De amor que une a todos os homens,

Mas de modo especial aqueles que estão enfermos.

 

Nesta misteriosa União Contigo,

Com a Tua dor e a Tua Paixão,

A Tua morte e a Tua ressurreição.

Os meus irmãos e eu, enfermos,

Estamos unidos a Ti, a Tua dor,

Ao Teu amor, a Tua misericórdia.

Por isso começo a entender

que pelo Teu sofrimento

há um novo discernimento:

somos compadecentes de Tua dor.

Te peço pelos meus irmãos enfermos:

Dê-lhes força e fé, paciência e esperança.

Que encontrem a ternura e a atenção daqueles que os

Cercam.

Que descubram o valor do sofrimento em união a Ti.

Que a solidão não os entristeça, mas que possam descobrir

O sinal da Tua misericórdia

E da Tua amizade,

Tu que és o Apóstolo

E Mestre da dor.

Amém.

 

Fonte: Extraído do Livro "Livrai-nos do Mal" - Pe. Gabriele Amorth - Ed. Palavra - Prece.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Santo do dia - 15 de Maio

Santo Isidro

 Santo Isidro era um homem fiel, de perdão, que numa tremenda enfermidade não se revoltou

O santo de hoje nasceu em Madri (Espanha), no ano de 1070.
Ele era lavrador, um camponês. Vocacionado ao matrimônio casou-se com Maria Turíbia e tiveram um filho, o qual perderam ainda cedo.

Vida difícil e sacrificante, Isidoro santificou-se ao aprender a mística de aceitar e oferecer a Deus suas dores. Participava diariamente da Santa Missa e trabalhava para um patrão injusto e impaciente.

Santo Isidro: um homem fiel, de perdão, que numa tremenda enfermidade não se revoltou. Consumiu-se por amor a Deus. Morreu no ano de 1130, em Madri, sendo enterrado sem nenhuma distinção.

Santo Isidro, rogai por nós!


São Silvano
 A história deste santo liga-se à de são Pacômio — duas vidas paralelas com um preâmbulo na vida civil. Pacômio fora alistado à força no exército imperial e acabou na prisão por indisciplina. 

Foi reconfortado às escondidas por alguns cristãos, e esse gesto de altruísmo levou-o a conhecer a religião destes. A seqüência é conhecida.Silvano, um de seus contemporâneos, escapara ao alistamento forçado subindo ao palco dos teatros populares para alegrar as noites dos soldados. O encontro com os cristãos foi casual, mas determinou uma importante mudança de rumo em sua vida.

Abandonou o teatro e dirigiu-se a Tabennesis, impelido (como tantos outros jovens) pela fama de santidade do abade Pacômio, um pai que não poupava rudes castigos a seus filhos.


Após vinte anos transcorridos no fervor da vida de comunidade, Silvano caiu numa profunda crise e começou a transgredir as rigorosas regras impostas pelo abade. Visto ter-se revelado inútil a medicina suave, Pacômio lançou logo contra ele a excomunhão.


A drástica medida disciplinar teve salutar efeito. Silvano curvou a cerviz: não se deixou exasperar pela exclusão, mas, refletindo consigo mesmo, nele se operou uma segunda conversão. E, desta feita, caminhou para a perfeição, recebendo como prêmio a coroa da santidade, graças à qual pôde confraternizar na glória com o severo abade. 


São Silvano, rogai por nós!

sábado, 14 de abril de 2018

Santo do dia - 14 de abril

Santa Liduína (Lidvina)
 Padroeira dos doentes incuráveis

 Lidvina ou Liduína, como costuma ser chamada por nós, nasceu em Schiedan, Holanda, em 1380, numa família humilde e caridosa. Ainda criança, recolhia alimentos e roupas para os pobres e doentes abandonados. Até os quinze anos, Liduína era uma menina como todas as demais. Porém, no inverno daquele ano, sua vida mudou completamente. Com um grupo de amigos foi patinar no gelo e, em plena descida da montanha, um deles se chocou violentamente contra ela. Estava quase morta com a coluna vertebral partida e com lesões internas. Imediatamente, foi levada para casa e colocada sobre a cama, de onde nunca mais saiu, até morrer.

Depois do trágico acidente, apareceram complicações e outras doenças, numa seqüência muito rápida. Apesar dos esforços, os médicos declararam que sua enfermidade não tinha cura e que o tratamento seria inútil, só empobrecendo ainda mais a família.

Os anos se passavam e Liduína não melhorava, nem morria. Ficou a um passo do desespero total, quando chegou em seu socorro o padre João Pot, pároco da igreja. Com conversas serenas, o sacerdote recordou a ela que: "Deus só poda a árvore que mais gosta, para que produza mais frutos; e aos filhos que mais ama, mais os deixa sofrer". E pendurou na frente da sua cama um crucifixo. Pediu que olhasse para ele e refletisse: se Jesus sofreu tanto, foi porque o sofrimento leva à glória da vida eterna.

Liduína entendeu que sua situação não foi uma fatalidade sem sentido, ao contrário, foi uma benção dada pelo Senhor. Do seu leito, podia colaborar com a redenção, ofertando seu martírio para a salvação das almas. E disse ao padre que gostaria de receber um sinal que confirmasse ser esse o seu caminho. E ela o obteve, naquela mesma hora. Na sua fronte apareceu uma resplandecente hóstia eucarística, vista por todos, inclusive pelo padre Pot.

A partir daquele momento, Liduína nunca mais pediu que Deus lhe aliviasse os sofrimentos; pedia, sim, que lhe desse amor para sofrer pela conversão dos pecadores e pela salvação das almas. Do seu leito de enferma ela recebeu de Deus o dom da profecia e da cura pela oração aos enfermos. Após doze anos de enfermidade, também começou a ter êxtases espirituais, recebendo mensagens de Deus e da Virgem Maria.

Em 1421, as autoridades civis publicaram um documento atestando que nos últimos sete anos Liduína só se alimentava da sagrada eucaristia e das orações. Sua enfermidade a impossibilitava de comer e de beber, e nada podia explicar tal prodígio. Nos últimos sete meses de vida, seu sofrimento foi terrível. Ficou reduzida a uma sombra e uma voz que rezava incessantemente. No dia 14 de abril de 1433, após a Páscoa, Liduína morreu serena e em paz. Ao padre e ao médico que a assistiam, pediu que fizessem de sua casa um hospital para os pobres com doenças incuráveis. E assim foi feito.

Em 1890, o papa Leão XII elevou santa Liduína ao altar e autorizou o seu culto para o dia da sua morte. A igreja de Schiedan, construída em sua homenagem, tornou-se um santuário, muito procurado pelos devotos que a consideram padroeira dos doentes incuráveis. 


Santa Liduína, rogai por nós!

 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

ORAÇÃO - EU TE OFEREÇO - ORAÇÃO - COM OS IRMÃOS ENFERMOS

ORAÇÃO - EU TE OFEREÇO




Coração Divino de Jesus,

Eu Te ofereço, por meio

Do Coração Imaculado de Maria,

Mãe da Igreja,

Em união ao sacrifício Eucarístico,

A oração e ações,

As alegrias e os sofrimentos

Deste dia:

Em reparação dos pecados,

Peça salvação de todos os homens,

Na graça do Espírito Santo,

Para a glória do Divino Pai.

 

Pela manhã

 

Senhor,

Começa um novo dia,

E eu me encontro, todavia, enfermo

Entre as quatro paredes.

 

Quando estava bem não soube apreciar

A alegria de levantar-me valsando, com um pulo da cama

E de abrir a janela

Para entrar a luz uma torrente

No meu quarto.

 

Não apreciava a felicidade

De oferecer-Te, de joelhos,

O meu corpo desperto, os meus olhos,

Os meus braços, os meus pés,

Todos os meus músculos,

E preparar-me

Para uma nova jornada de trabalho.

 

Foi necessária esta doença,

Ó Senhor,

Para que eu percebesse como a saúde

É um dom de Tua bondade,

E que eu não sabia agradecer-Te.

 

Por reparação da indiferença de antes

Te ofereço o meu corpo imobilizado,

A minha cabeça banhada

Pelo suor da febre,

As minhas mãos inoperantes,

As minhas horas de insônia,

Neste longo dia que me espera.

Desejo unir o meu sofrimento

Ao Teu por esta intenção (diga as intenções).

 

Te ofereço a alegria que trarão

As visitas que espero receber.

Te ofereço todas as atenções

Dispensadas a mim,

E de quaisquer males que se vejam privados.

 

Te ofereço também os momentos

Nos quais tive a impressão

De estar abandonado,

E aqueles nos quais, por indiferença,

Ninguém veio até mim:

Age, Senhor, para que eu possa me sentir

Feliz somente Contigo.

Concede-me nesta jornada.

A força de aceitar sorrindo

A prova do sofrimento

Sem revoltar-me.

 

Faça, senhor Jesus, que eu seja um enfermo disposto a

Aceitar a cura,

Que dê bom exemplo pela minha paciência e pela minha

Tranqüilidade,

Nos momentos em que necessito dos cuidados de outros.

 

Que eu possa demonstrar, sinceramente,

O meu reconhecimento.

Que deste modo, eu possa dar um bom testemunho,

Como teu discípulo, também diante da dor.

 
 

ORAÇÃO - COM OS IRMÃOS ENFERMOS




 

Senhor Jesus, meu amigo,

Desejo não pensar somente em mim,

Nas minhas dores e nas minhas enfermidades,

Mas sim no mundo inteiro,

Em todos aqueles que hoje,

Como eu,

De um modo ou de outro,

Sofrem por causa de qualquer enfermidade:

Por suas próprias conseqüências ou as tenham hospedadas,

Na solidão ou em companhia,

Que com a força da fé

Vençam as fraquezas na presença de Deus.

 

Senhor, hoje desejo pedir por eles.

Desejo que somente agora,

Com a Tua amizade, comece a esculpir a misteriosa união

De amor que une a todos os homens,

Mas de modo especial aqueles que estão enfermos.

 

Nesta misteriosa União Contigo,

Com a Tua dor e a Tua Paixão,

A Tua morte e a Tua ressurreição.

Os meus irmãos e eu, enfermos,

Estamos unidos a Ti, a Tua dor,

Ao Teu amor, a Tua misericórdia.

Por isso começo a entender

que pelo Teu sofrimento

há um novo discernimento:

somos compadecentes de Tua dor.

Te peço pelos meus irmãos enfermos:

Dê-lhes força e fé, paciência e esperança.

Que encontrem a ternura e a atenção daqueles que os

Cercam.

Que descubram o valor do sofrimento em união a Ti.

Que a solidão não os entristeça, mas que possam descobrir

O sinal da Tua misericórdia

E da Tua amizade,

Tu que és o Apóstolo

E Mestre da dor.

Amém.

 

Fonte: Extraído do Livro "Livrai-nos do Mal" - Pe. Gabriele Amorth - Ed. Palavra Prece.