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segunda-feira, 1 de maio de 2023

1º de Maio, dia de São José Operário, padroeiro dos trabalhadores

Seis breves reflexões sobre São José Operário

 Dia 1º de maio celebramos São José Operário, padroeiro dos trabalhadores.

Seis breves reflexões sobre São José Operário

 1º A pessoa de São José Operário

Quem foi São José? Ele entra em cena nos Evangelhos quase desapercebidamente. Mas o que se afirma sobre ele é que era justo, filho de Davi, esposo de Maria, pai de Jesus e carpinteiro. São poucas informações, mas de importância fundamental.  “Era um homem justo” (Mt 1.9). Justo com Deus, nele confiando profundamente; justo com o próximo, vivendo com Jesus e Maria na mais perfeita caridade; justo consigo mesmo, sendo fiel à vocação que recebeu. De fato, falava pouco, mas vivia intensamente o dia-a-dia da vida, não se subtraindo de nenhuma responsabilidade a ele confiada. O carpinteiro de Nazaré, com espírito de oração e virtuoso trabalho, tirava o sustento para si e sua família com o suor do seu rosto. Essa é a razão pela qual São José vive na alma do nosso povo. 

2º O exemplo de São José Operário na família 

São José “foi dado à humanidade para exprimir visivelmente as adoráveis perfeições do Pai, para ser a sua imagem aos olhos do Filho de Deus”. Então, como deve ser excelsa a sua santidade, a beleza desse grande santo que Deus Pai criou com suas mãos para representar a si mesmo ao Filho unigênito. O Evangelho especifica o tipo de trabalho, pelo qual José garantia a sustentação da família: o trabalho de carpinteiro. No desenvolvimento humano de Jesus «em sabedoria, em estatura e em graça» a virtude da laboriosidade era notável, e neste sentido “São José tem uma grande importância para Jesus, se verdadeiramente o Filho de Deus feito homem o escolheu para revestir a si mesmo de sua aparente filiação... Jesus, o Cristo, quis assumir a sua qualificação humana e social deste operário (Paulo VI – Alocução 19/3/1964). 

3º O sentido do trabalho 

Com São José aprendemos que o trabalho é um bem do ser humano, que transforma a natureza e torna o ser humano, em certo sentido, mais humano (Redemptoris Custos, nº23). O trabalho é um dado antropológico e se insere na relação entre ser humano e natureza. Toda atividade mediante a qual o ser humano, no exercício de suas capacidades físicas, espirituais e mentais, direta ou indiretamente, transforma a natureza a fim de colocá-la ao seu serviço confere um caráter de trabalho. 

Porque o trabalho constitui uma dimensão fundamental da existência humana, e por ele Jesus qualifica o seu estado social. Desse modo, o trabalho humano é uma chave fundamental e decisiva para a questão social, do ponto de vista da dignidade pessoal e do bem comum (Colom, 2006, p. 155).

4º Doutrina Social da Igreja e o trabalho

A doutrina social da Igreja ensina que o trabalho possui um significado particular para o ser humano e a humanidade como um todo, que determina sua dimensão ativa e criativa como característica intrínseca à sua natureza. O trabalho é a colaboração do homem e da mulher com Deus no aperfeiçoamento da criação. A moral social atenta para a necessidade de considerar no mundo do trabalho os direitos e deveres configurados a ele, como a remuneração do trabalho realizado e as devidas prestações sociais. Ou seja, o salário justo e as condições de trabalho devem ocorrer sem prejuízo da saúde, sem afetar a integridade moral, a higiene e a segurança das pessoas. O limite dos horários de trabalho e o descanso devem ser assegurados também pelos poderes públicos e pelos empregadores.

5º O lugar do trabalho na vida de um cristão

É preciso compreender o verdadeiro lugar do trabalho na vida cristã, de modo que ele contribua para o crescimento humano e espiritual das pessoas. Cumprir com diligência as atividades necessárias que nos são incumbidas profissionalmente ou no cumprimento dos nossos deveres civis, familiares e religiosos, podem contribuir no progresso da própria maturidade. O Concílio Vaticano II nos ensina que “os homens e as mulheres, ao ganhar o sustento para si e suas famílias, de tal modo exercem a própria atividade que prestam conveniente serviço à sociedade, com razão podem considerar que prolongam com o seu trabalho a obra do Criador, ajudam os seus irmãos e dão uma contribuição pessoal para a realização dos desígnios de Deus na história” (GS, n.34). Por isso, é importante discernir quando o trabalho perde essa dimensão e ocupa o lugar de Deus que não lhe é devido. Esse descontrole não é saudável, é consequência do pecado e acaba por prejudicar a vida familiar e social. 

6º A evangelização no mundo do trabalho

O ambiente de trabalho é também um lugar propício para que a evangelização aconteça. Nem sempre explicitamente, mas pelo testemunho de vida dos cristãos no mundo. O Papa Francisco na exortação apostólica Evangelii Gaudium exorta para que sejamos “evangelizadores que rezam e trabalham. Do ponto de vista da evangelização, não servem as propostas místicas desprovidas de um vigoroso compromisso social e missionário, nem os discursos e ações sociais e pastorais sem uma espiritualidade que transforme o coração” (EG, n.262). É com esse equilíbrio sapiencial que devemos viver a evangelização no mundo do trabalho.

São José Operário, rogai por nós!

Amém!

Texto escrito por Larissa Menegatti


sábado, 1 de maio de 2021

1º de Maio, dia de São José Operário, padroeiro dos trabalhadores

Seis breves reflexões sobre São José Operário

Dia 1º de maio celebramos São José Operário, padroeiro dos trabalhadores.

Seis breves reflexões sobre São José Operário

 1º A pessoa de São José Operário

Quem foi São José? Ele entra em cena nos Evangelhos quase desapercebidamente. Mas o que se afirma sobre ele é que era justo, filho de Davi, esposo de Maria, pai de Jesus e carpinteiro. São poucas informações, mas de importância fundamental.  “Era um homem justo” (Mt 1.9). Justo com Deus, nele confiando profundamente; justo com o próximo, vivendo com Jesus e Maria na mais perfeita caridade; justo consigo mesmo, sendo fiel à vocação que recebeu. De fato, falava pouco, mas vivia intensamente o dia-a-dia da vida, não se subtraindo de nenhuma responsabilidade a ele confiada. O carpinteiro de Nazaré, com espírito de oração e virtuoso trabalho, tirava o sustento para si e sua família com o suor do seu rosto. Essa é a razão pela qual São José vive na alma do nosso povo. 

2º O exemplo de São José Operário na família 

São José “foi dado à humanidade para exprimir visivelmente as adoráveis perfeições do Pai, para ser a sua imagem aos olhos do Filho de Deus”. Então, como deve ser excelsa a sua santidade, a beleza desse grande santo que Deus Pai criou com suas mãos para representar a si mesmo ao Filho unigênito. O Evangelho especifica o tipo de trabalho, pelo qual José garantia a sustentação da família: o trabalho de carpinteiro. No desenvolvimento humano de Jesus «em sabedoria, em estatura e em graça» a virtude da laboriosidade era notável, e neste sentido “São José tem uma grande importância para Jesus, se verdadeiramente o Filho de Deus feito homem o escolheu para revestir a si mesmo de sua aparente filiação... Jesus, o Cristo, quis assumir a sua qualificação humana e social deste operário (Paulo VI – Alocução 19/3/1964). 

3º O sentido do trabalho 

Com São José aprendemos que o trabalho é um bem do ser humano, que transforma a natureza e torna o ser humano, em certo sentido, mais humano (Redemptoris Custos, nº23). O trabalho é um dado antropológico e se insere na relação entre ser humano e natureza. Toda atividade mediante a qual o ser humano, no exercício de suas capacidades físicas, espirituais e mentais, direta ou indiretamente, transforma a natureza a fim de colocá-la ao seu serviço confere um caráter de trabalho. 

Porque o trabalho constitui uma dimensão fundamental da existência humana, e por ele Jesus qualifica o seu estado social. Desse modo, o trabalho humano é uma chave fundamental e decisiva para a questão social, do ponto de vista da dignidade pessoal e do bem comum (Colom, 2006, p. 155).

4º Doutrina Social da Igreja e o trabalho

A doutrina social da Igreja ensina que o trabalho possui um significado particular para o ser humano e a humanidade como um todo, que determina sua dimensão ativa e criativa como característica intrínseca à sua natureza. O trabalho é a colaboração do homem e da mulher com Deus no aperfeiçoamento da criação. A moral social atenta para a necessidade de considerar no mundo do trabalho os direitos e deveres configurados a ele, como a remuneração do trabalho realizado e as devidas prestações sociais. Ou seja, o salário justo e as condições de trabalho devem ocorrer sem prejuízo da saúde, sem afetar a integridade moral, a higiene e a segurança das pessoas. O limite dos horários de trabalho e o descanso devem ser assegurados também pelos poderes públicos e pelos empregadores.

5º O lugar do trabalho na vida de um cristão

É preciso compreender o verdadeiro lugar do trabalho na vida cristã, de modo que ele contribua para o crescimento humano e espiritual das pessoas. Cumprir com diligência as atividades necessárias que nos são incumbidas profissionalmente ou no cumprimento dos nossos deveres civis, familiares e religiosos, podem contribuir no progresso da própria maturidade. O Concílio Vaticano II nos ensina que “os homens e as mulheres, ao ganhar o sustento para si e suas famílias, de tal modo exercem a própria atividade que prestam conveniente serviço à sociedade, com razão podem considerar que prolongam com o seu trabalho a obra do Criador, ajudam os seus irmãos e dão uma contribuição pessoal para a realização dos desígnios de Deus na história” (GS, n.34). Por isso, é importante discernir quando o trabalho perde essa dimensão e ocupa o lugar de Deus que não lhe é devido. Esse descontrole não é saudável, é consequência do pecado e acaba por prejudicar a vida familiar e social. 

6º A evangelização no mundo do trabalho

O ambiente de trabalho é também um lugar propício para que a evangelização aconteça. Nem sempre explicitamente, mas pelo testemunho de vida dos cristãos no mundo. O Papa Francisco na exortação apostólica Evangelii Gaudium exorta para que sejamos “evangelizadores que rezam e trabalham. Do ponto de vista da evangelização, não servem as propostas místicas desprovidas de um vigoroso compromisso social e missionário, nem os discursos e ações sociais e pastorais sem uma espiritualidade que transforme o coração” (EG, n.262). É com esse equilíbrio sapiencial que devemos viver a evangelização no mundo do trabalho.

São José Operário, rogai por nós!

Amém!

Texto escrito por Larissa Menegatti


domingo, 6 de setembro de 2015

O papa, o aborto e o Brasil - respeitamos Sua Santidade, Papa Francisco, mas, não podemos esquecer que seu gesto vai facilitar, em muito, a todos que defendem a liberação do aborto



Nota: 
A Infalibilidade Papal : "Infalibilidade é o poder que o Papa tem de proclamar solenemente, verdades de fé e moral, em nome da Igreja. O Papa não inventa um dogma, ele declara solenemente como verdade de fé aquilo que a Igreja (hierarquia e povo de Deus) já acredita, mas não tinha sido ainda necessário definir"

É matéria extremamente complexa, mas nos parece que a Igreja (hierarquia e povo de Deus) já tem o abordo como um crime gravíssimo, um pecado que implica em excomunhão automática.

Além do aspecto doutrinário da Igreja Católica Apostólica Romana sobre sobre o caráter de crime e pecado extremamente grave - não podemos olvidar que a decisão de Sua Santidade, Papa Francisco, será usada - e, infelizmente, na maior parte das vezes com êxito - por todos os que defendem a legalização do aborto.
Nos parece algo que deve ser cuidadosamente esclarecido e quem sabe, modificado.

Fica difícil, mesmo impossível, aos que defendem o direito que seres humanos, inocentes e indefesos, tem de viver, exercer uma defesa eficaz e válida, se os adversários brandirão contra nós a decisão papal.

Deve se ter presente que os VALORES da IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, os VALORES de DEUS, SÃO VALORES PERENES, ETERNOS, por isso não estão sujeitos a modificações por costumes modernizadores, nem conceitos politicamente corretos. 
 
Que  DEUS ilumine Sua Santidade o Papa Francisco!

Editores do Blog Catolicismo Brasil
 
Ao mudar o discurso sobre a prática do aborto, o papa devolveu o assunto ao centro das discussões. Francisco, em carta pastoral divulgada para o Jubileu da Misericórdia, surpreendeu o mundo com posição não só inédita, mas também inimaginável. No período de duração do evento - 13 de dezembro de 2015 a 20 de novembro de 2016 - os padres ficam autorizados a perdoar as mulheres que interromperam a gravidez e as pessoas que as ajudaram no ato extremo.

Vale lembrar que não se trata de qualquer remissão.
O aborto está na restrita lista dos crimes que a Igreja considera mais graves. A excomunhão é automática. Só o pontífice ou um bispo pode devolver o condenado ao convívio da comunidade católica. Com a decisão, Sua Santidade mira com novos olhos realidade que não cabe mais debaixo do tapete. O mesmo ocorreu em relação aos homossexuais e ao acolhimento de homens e mulheres que refizeram a vida com novas núpcias.
 
Ora, se uma das mais conservadoras instituições do mundo aceita rever princípios milenares, incentiva outros setores a lhe seguir o exemplo. É o caso do Brasil. Aqui, a criminalização do aborto se tornou problema de saúde pública. Estima-se que sejam realizados entre 750 mil e 1,5 milhão de procedimentos inseguros por ano - a maior parte sem as condições de higiene necessárias e o acompanhamento profissional adequado. Resultado: o risco de morrer aumenta em até 350 vezes.

Não se deve ao acaso ou à má sorte o fato de o aborto ser a quarta causa de mortes maternas no país. Se considerar hemorragias e infecções puerperais, ocupará posição de destaque em outros rankings. A cegueira ou a acomodação de manter a zona de conforto cobra preço alto da sociedade. Além da perda de vidas e da incapacitação para o trabalho, sobrecarrega-se o já precário equipamento hospitalar e se aumentam os encargos da combalida Previdência.

Acredita em Papai Noel ou Branca de Neve quem supõe que a lei é capaz de impedir a interrupção da gravidez. Ou que o medo da excomunhão sirva de freio. Os números comprovam que quem quer encontra meios de atingir o objetivo. A mudança do Código Penal, de 1940, é exigência da contemporaneidade. A própria Igreja reconhece a necessidade de ler o tempo com olhos da contemporaneidade.
 
Não se trata de apologia ao aborto. Trata-se, isso sim, de sintonia com a realidade. A legalização, ao abrir as portas da rede pública de saúde para os necessários procedimentos médicos, acaba com o próspero mercado que rouba vidas ou inutiliza para o trabalho. É, repita-se, questão de saúde pública. Passou da hora de fazer de conta que tudo está bem como está. Não está. 
 
Fonte: Correio Braziliense - Editorial  



sábado, 19 de junho de 2010

19 de junho - Santo do dia

São Romualdo

Nasceu em Ravena (Itália) no ano de 952. Deixou-se influenciar livremente numa vida distante do Evangelho. Sua juventude era feita de caça, exercícios bélicos e diversões. A diversão era o centro de sua vida. A vaidade era o seu deus. Uma vida sem sentido acompanhava aquele jovem.

Um acontecimento foi o ponto da "virada" em sua história: seu pai tinha um temperamento nervoso e matou, na presença de Romualdo, um inimigo pessoal. Foi nesta altura que Romualdo percebeu os caminhos e ambições que a sua família vivia, e começou a repensar sua história, ao ponto de se dirigir para uma alta montanha e lá conhecer um Mosteiro Beneditino, onde pediu acolhida para reflexão.

Ficou ali durante três anos e tornou-se monge. Saiu das vaidades do mundo e encontrou em Deus o sentido para tudo. Deus quis dele ainda mais: fez dele fundador da Ordem Camaldulense, marcada pelo silêncio, pelo trabalho e pela penitência.

São Romualdo formou dois homens em sua Ordem que se tornaram Papas. Com 75 anos, já estava consumido na vivência do carisma de sua Ordem. Viveu a radicalidade do Evangelho pela ação do Espírito Santo.

Peçamos a transformação de nosso coração e que Jesus seja o centro de nossa vida.

São Romualdo, rogai por nós!

segunda-feira, 1 de março de 2010

1º de março - Santo do dia

São Suitberto

O contato com o testemunho de homens como São Suitberto nos arrastam para Deus, já que a santidade possui esta força. Suitberto foi um dos muitos monges formados nas severas disciplinas dos mosteiros irlandeses.

Aconteceu certa vez, uma missão para evangelizar os povos pagãos da baixa Alemanha, mas esta primeira missão não alcançou o objetivo previsto, por isso houve uma segunda, na qual envolveu doze missionários e, dentre eles, Suitberto.

Este santo pregou, com ardor, o Evangelho nesta região e seu apostolado foi realizado de maneira heróica e abençoada. Com o passar da história, notou-se que São Suitberto recebeu a ordenação episcopal e ficou responsável pelo cuidado e salvação das almas do povo da Frísia.

Desenvolveu um lindo trabalho e até mesmo as dificuldades fizeram-no crescer, como o caso da necessidade que o fez abrir-se ao carisma de formador de evangelizadores, já que fundou um mosteiro, onde precisou formar discípulos do Cristo. O grande missionário dos povos germânicos consumiu-se pelos trabalhos de vinte anos como bispo e tomou posse da herança eterna no ano de 713, com sua morte.


São Suitberto, rogai por nós!