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Este Blog se propõe a divulgar o catolicismo segundo a Igreja Católica Apostólica Romana. Os editores do Blog, não estão autorizados a falar em nome da Igreja, não são Sacerdotes e nem donos da verdade. Buscam apenas ser humildes e anônimos missionários na Internet. É também um espaço para postagem de orações, comentários, opiniões.
Defendemos a Igreja conservadora. Acreditamos em DEUS e entregamo-nos nos braços de MARIA. Que DEUS nos ilumine e proteja. AMÉM
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São Pedro e São Paulo Apóstolos - Solenidade - Domingo
Anúncio do Evangelho(Mt 16,13-19)
— Aleluia, Aleluia, Aleluia.
—Tu és Pedro e sobre esta pedra eu irei construir a minha Igreja; e as portas do inferno não irão derrotá-la. (Mt 16,18)
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.17Respondendo,
Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um
ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu
te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra
será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado
nos céus”.
Hoje
a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e
São Paulo apóstolos. Estes santos são considerados “os cabeças dos
apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã
Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo
missionários.
Pedro,
que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do
Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando
tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes
da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro.
Em
princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que
culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na
fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o
intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de
Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira
comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o
próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos
cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido,
por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo.
Escreveu
duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que
São Marcos escrevesse seu Evangelho. Paulo, cujo nome antes da conversão
era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos
pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se
fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo
responsável pela morte de muitos deles.
Converteu-se
à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado
lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do
Espírito Santo e preparou-se para o ministério.
Tornou-se
um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De
perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o
martírio, sofrendo morte por decapitação. Escreveu treze Epístolas e
ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.
São Pedro e São Paulo Apóstolos
Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por
terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por
sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.
A minha oração
“Senhor, hoje eu quero Te pedir por toda a Santa Igreja Católica.
Que pela intercessão de São Pedro e São Paulo, colunas da Igreja,
possamos ser sempre fiéis à fé e à doutrina que o próprio Cristo nos
deixou. Amém!”
Hoje
a Igreja do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e
São Paulo apóstolos. Estes santos são considerados “os cabeças dos
apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã
Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo
missionários.
Pedro,
que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do
Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando
tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes
da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro.
Em
princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que
culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na
fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o
intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de
Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira
comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o
próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos
cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido,
por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo.
Escreveu
duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que
São Marcos escrevesse seu Evangelho. Paulo, cujo nome antes da conversão
era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos
pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se
fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo
responsável pela morte de muitos deles.
Converteu-se
à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado
lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do
Espírito Santo e preparou-se para o ministério.
Tornou-se
um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De
perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o
martírio, sofrendo morte por decapitação. Escreveu treze Epístolas e
ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.
São Pedro e São Paulo Apóstolos
Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.
A minha oração
“Senhor, hoje eu quero Te pedir por toda a Santa Igreja Católica.
Que pela intercessão de São Pedro e São Paulo, colunas da Igreja,
possamos ser sempre fiéis à fé e à doutrina que o próprio Cristo nos
deixou. Amém!”
Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 16,13-19
- Aleluia, Aleluia, Aleluia. - Tu és Pedro e sobre esta pedra eu irei construir minha Igreja; e as portas do
inferno não irão derrotá-la (Mt 16,18);
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São
Mateus:
Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de
Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho
do homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros,
que é Elias; outros, ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. Então
Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro
respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
Respondendo, Jesus
lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano
que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo
que tu és Pedro e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno
nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do reino dos céus: tudo o
que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra
será desligado nos céus”.
O santo de hoje nasceu no norte do Líbano, num povoado chamado
Bulga-Kafra, no ano de 1828. Proveniente de uma família cristã e
centrada nos valores do Evangelho, muito cedo precisou conviver com a
perda de seu pai.
Após discernir o seu chamado à vida religiosa, com 20 anos ingressou
num seminário libanês maronita. Durante o Noviciado, trocou seu nome de
batismo (José) por Charbel. Mostrou-se um homem fiel às regras,
obediente à ação do Espírito Santo e penitente. Após sua ordenação em 1859, enfrentou muitas dificuldades, dentre
elas a perseguição ferrenha aos cristãos com o martírio de muitos jovens
religiosos e a destruição de inúmeros mosteiros em sua época. Em meio a
tudo isso, perseverou na fé, trazendo consigo as marcas de uma vocação
ao silêncio, à penitência e à uma vida como eremita.
Aos 70 anos, vivendo num ermo dedicado a São Pedro e São Paulo, com
saúde bastante fragilizada, discerniu que era chegada a hora de sua
partida para a Glória Celeste. Era Véspera de Natal. E no dia 24 de
Dezembro, deitado sobre uma tábua, agonizante, entregou sua vida Àquele
que concede o prêmio reservado aos que perseveram no caminho de
santidade: a vida eterna.
São Charbel, rogai por nós!
Santa Cristina
A arqueologia não serve apenas para descobrir os dinossauros
enterrados pelo mundo. Ela também pode confirmar a existência dos santos
mártires que marcaram sua trajetória na história pela fé em Deus. Foi o
que aconteceu com santa Cristina, que teve sua tradição comprovada
somente no século XIX, com as descobertas científicas desses
pesquisadores.
Segundo os mosaicos descobertos na igreja de Santo Apolinário, em
Ravena, construída no século VI, Cristina era realmente uma das virgens
cristãs mártires das antigas perseguições. E portanto, já naquele
século, venerada como santa, como se pôde observar pela descoberta de
sua sepultura, que também possibilitou o aparecimento de um cemitério
subterrâneo, que estava oculto ao lado.
A arte também compareceu para corroborar seu testemunho através dos
tempos. O martírio da jovem virgem Cristina foi representado pelas mãos
de famosos pintores, como João Della Robbias, Lucas Signorelli, Paulo
Veronese e Lucas Cranach, entre outros. Além dos textos escritos em
latim e grego que relatam seu suplício e morte, que só discordam quanto à
cidade de sua origem.
Os registros gregos mostram como sua terra natal Tiro, enquanto os
latinos citam Bolsena, na Toscana, Itália. Esses relatos do antigo povo
cristão contam que o pai de Cristina, Urbano, era pagão e um oficial do
Império Romano, que, ao saber da conversão da filha, queria obrigá-la a
renunciar ao cristianismo. Por isso decidiu trancar a filha numa torre
na companhia de doze servas pagãs. Para mostrar que não abdicava da fé
em Cristo, Cristina despedaçou as estátuas dos deuses pagãos existentes
na torre e jogou, janela abaixo, as jóias que as adornavam, para que os
pobres pudessem pegá-las. Quando tomou conhecimento do feito, Urbano
mandou chicoteá-la e prendê-la num cárcere. Nem assim conseguiu a
rendição da filha, por isso a entregou aos juízes.
Cristina foi torturada terrivelmente e depois jogada numa cela, onde
três anjos celestes limparam e curaram suas feridas. Como solução final,
o governante pagão mandou que lhe amarrassem uma pedra ao pescoço e a
jogassem num lago. Novamente, anjos intervieram: sustentaram a pedra,
que ficou boiando na superfície da água, e levaram a jovem até a margem
do lago.
As torturas continuaram, mesmo depois de seu pai ser castigado por Deus e
morrer de forma terrível. Cristina ainda foi novamente flagelada,
depois amarrada a uma grade de ferro quente e colocada numa fornalha
superaquecida, mordida por cobras venenosas e teve os seios cortados,
antes de, finalmente, ser morta com duas lanças transpassando seu corpo
virgem. Assim o seu martírio foi divulgado pelo povo cristão desde o ano
287.
Nasceu em Florença, em 1182, numa família nobre que respeitava as opções de Veridiana com relação a Deus. Ela trabalhou com um tio comerciante e o ajudou a administrar seus negócios, mas percebeu que sua vocação era muito mais do que administrar; era deixar que o próprio Deus cuidasse dela e de sua história.
Jovem de oração, de penitência e contemplação, priorizou a vontade do Senhor, por isso chegou a um ponto em que deixou tudo para seguir a vontade de Deus, trabalhando e servindo-O por meio dos pobres e peregrinos.
Na época em que administrava o comércio do tio, já ajudava os pobres. Mas, agora, ela se doava para os seus irmãos mais necessitados. Ficou gravemente ferida, quando, ao fazer uma peregrinação pelos túmulos de São Pedro e São Paulo, foi a pé e descalça pedindo esmolas. Santa Veridiana ofereceu todos esses seus sacrifícios pela conversão das pessoas.
Uma mulher possuída pelo Espírito Santo, foi dócil à vontade de Deus e viveu o restante de sua vida acamada, enferma, oferecendo-se ao Senhor, aconselhando muitas pessoas e intercedendo por todos. Seus alimentos eram pão e água.
Mulher penitente e feliz, viveu até os 60 anos de idade consumindo-se de amor a Deus para o bem dos irmãos.
Santa Veridiana, neste tempo marcado pelo hedonismo e pela busca desenfreada por prazeres, nos aponta, denuncia que não é este o caminho da felicidade, mas apenas um: Nosso Senhor Jesus Cristo.
Peça a intercessão dessa santa para que todos possam, na oração, na penitência, na doação ao irmão, encontrarmos a verdadeira felicidade.