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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Candidato critica aborto em caso de estupro e traz questão à campanha

Se é um caso de estupro verdadeiro, o corpo feminino tem meios de tentar interromper isso; Mas vamos supor que isso não funcione: acho que deve haver alguma punição, mas ao estuprador e não à criança

Obama chama de ofensivo comentário sobre defesa biológica’ à gravidez em relação forçada

A questão do aborto voltou à campanha presidencial americana depois de um deputado do Missouri, candidato ao Senado, reafirmar sua posição contrária à prática mesmo em casos de "estupro verdadeiro". Para o deputado Todd Akin, as mulheres teriam defesas naturais contra a gravidez durante uma relação sexual forçada, o que tornaria desnecessária uma lei permitindo abortos em gravidez decorrente de estupro.

Após os próprios republicanos se distanciarem de Akin, o presidente Barack Obama criticou nesta segunda-feira o deputado do Missouri, chamando suas observações de ofensivas e afirmando que políticos não deveriam tomar decisões sobre a saúde em nome das mulheres.
- Estupro é estupro, e a ideia de que deveríamos analisar e classificar de que tipos de estupro estamos falando não faz sentido para o povo americano. E certamente não faz sentido para mim - disse Obama, cuja campanha ataca os republicanos em questões referentes aos direitos das mulheres.

A observação, feita num programa de TV no domingo, vem em má hora, quando os republicanos estão a uma semana de sua convenção nacional. O comentário incendiou os democratas e pode influenciar no que parecia uma vitória provável de Akin sobre a democrata Claire McCaskill para o Senado. Os republicanos precisam conquistar quatro cadeiras a mais do que os adversários em 6 de novembro para obterem a maioria no Senado.
Até o candidato republicano à Presidência, Mitt Romney, criticou Akin, e alguns membros do partido já pedem a sua saída da disputa pelo Senado, temendo danos maiores. A campanha de Romney disse que ele não se opõe ao aborto em casos de estupro - numa posição diferente de seu candidato a vice, Paul Ryan.

Na entrevista à KTVI-TV, Akin foi perguntado se seria contra o aborto mesmo em casos de estupro: - Pelo que ouvi dos médicos, me parece que isso é extremamente raro. Se é um caso de estupro verdadeiro, o corpo feminino tem meios de tentar interromper isso. Mas vamos supor que isso não funcione: acho que deve haver alguma punição, mas ao estuprador e não à criança - respondeu.

Hoje, Akin disse que se expressou mal e pediu desculpas. E afirmou que não tem intenções de deixar a corrida pelo Senado.

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