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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Comitê transnacional de Mulheres e Alta Comissária da ONU voltam a pregar que Brasil legalize o aborto

TEMOS QUE COMBATER O ABORTO E UM DOS CAMINHOS É DEFENDER A APROVAÇÃO IMEDIATA DO ESTATUTO DO NASCITURO

O Brasil é alvo de mais uma interferência indevida em sua soberania
, por ação midiática do sistema da Nova Ordem Mundial, na campanha permanente pela legalização do aborto no Brasil. Um tal de comitê da Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres, o CEDAW, sediado em Genebra, na Suíça, agora reclama que o Brasil que seu sistema democrático de elaboração de leis é uma ameaça aos “direitos sexuais e reprodutivos”.

O objetivo do CEDAW é a legalização do aborto no Brasil, para beneficiar grandes transnacionais de cirurgia e laboratórios - prontos para lucrar muito com suas clínicas e medicamentos abortistas por aqui. O cínico texto da CEDAW “lamenta que mulheres que passam por abortos ilegais continuem a enfrentar sanções criminais no Brasil e que a liberdade das mulheres gozarem saúde e direitos sexuais e reprodutivos está sendo colocada em perigo por vários projetos de lei que estão sob consideração no Congresso Nacional, tais como o PL 478/2008 (Estatuto Nascituro).” -

Temos que nos empenhar, por todos os meios possíveis,
inclusive pressionando os parlamentares pelo envio de cartas, e-mails e sempre que possível, pessoalmente,
pela aprovação do PL 478/2008 - Estatuto do Nascituro, que garante o direito da criança nascer.


O CEDAW insiste em que as mulheres têm de ter acesso ao aborto, apesar das medidas estabelecidas pelo governo brasileiro para reduzir a mortalidade materna e infantil. O comitê criticou o Brasil por ter produzido um relatório no qual menciona uma nova campanha chamada Rede Cegonha cujo objetivo é fornecer assistência materna e neonatal para mulheres de baixa renda. Na recente Rio+20 (convenção fracassada em seus objetivos), a CEDAW deu apoio direto a manifestações das defensoras do aborto.

Não existem estudos confiáveis indicando que legalizar o aborto reduz a mortalidade materna total. O CEDAW comete a mesma pregação abortista da Alta Comissária da ONU para Direitos Humanos. Navanethem Pillay defende que, a partir da perspectiva de direitos humanos, o aborto e a contracepção são mais importantes do que a assistência de saúde materna e neonatal: “Embora intervenções focadas nos aspectos de saúde da mortalidade materna se concentrem na qualidade da assistência às mulheres grávidas, uma análise de direitos humanos exige que examinemos se as mulheres têm uma escolha em decidir engravidar em primeiro lugar, ou a escolha de buscar a assistência que elas requerem sem ter de obter permissão de parentes do sexo masculino”.

Novamente, por pressão globalitária, quem fica de saia justa é o governo Dilma Rousseff, que adoraria implantar o aborto no Brasil, mas não o faz por medo de pressão política da maioria da população que é contrária a esta prática inconstitucional. Grupos católicos e evangélicos também são contra a legalização do aborto – o que torna o assunto sempre politicamente explosivo para a petralhada que trabalha pela Nova Ordem Mundial.

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