Blog Catolicismo

Seja bem-vindo ao Blog Catolicismo

Este Blog se propõe a divulgar o catolicismo segundo princípios da Igreja Católica Apostólica Romana. Os criadores do Blog, não estão autorizados a falar em nome da Igreja, não são Sacerdotes e nem donos da verdade. Buscam apenas ser humildes e anônimos missionários na Internet. É também um espaço para postagem de orações, comentários e opiniões.
Defendemos a Igreja conservadora. Acreditamos em DEUS e nos entregamos nos braços de MARIA. Que DEUS nos ilumine e proteja.

Você é o Visitante nº desde 3 janeiro 2014

Flag Counter

AdSense

Seguidores = VOCÊS são um dos motivos para continuarmos nosso humilde trabalho de Evangelização

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Como devemos invocar a Deus no tempo da tribulação?

Assim nos revela a meditação de Tomás de Kempis em seu clássico “A Imitação de Cristo”
1. O Discípulo Seja vosso nome para sempre bendito, Senhor, pois quisestes provar-me com esta tribulação.
E porque não posso evita-la que outra coisa farei senão acolher-me a vós para que me auxilieis e a convertais em proveito meu?

Senhor, sinto-me atribulado; meu coração está desassossegado por causa desta paixão que o atormenta vivamente.

“Que vos direi agora”, oh, Pai amantíssimo? Rodeado estou de angústias. “Salvai-me nesta hora” (Jo 12,27).

Vós permitistes que eu chegasse a este estado para que sejais glorificado quando eu estiver muito abatido e for por vós livre.

Dignai-vos, Senhor, socorrer-me porque, pobre criatura, que posso eu fazer e onde irei sem vós?


Leia também: Sofrer na fé


Dai-me paciência, Senhor, ainda desta vez. Estendei-me a vossa mão, Deus meu, e não temerei, por mais forte que seja a tribulação.

2. Que posso eu dizer-vos neste estado? “Senhor, faça-se a vossa vontade”. Bem merecido tenho angústias e tribulações em que me vejo (Mt 6,10).


Convém que eu as sofra; e oxalá seja com paciência, até que passe a tempestade e venha a bonança.

Poderosa é a vossa mão onipotente para afastar de mim esta tentação e moderar sua violência, para que não sucumba de todo. Como tantas vezes tendes feito comigo, Deus meu, misericórdia minha.

E quanto para mim é mais dificultosa esta mudança, tanto mais fácil é ela para vós; “porque é obra da direita do Altíssimo” (Sl 76,11).


Retirado do livro: “A Imitação de Cristo”, de Tomás de Kempis, Ed. Ave-Maria

Nenhum comentário: